Esperidião Amin Helou Filho, de 78 anos, foi oficializado pelo PP como candidato à reeleição ao Senado por Santa Catarina nas Eleições 2026. A candidatura foi confirmada em 31 de julho, durante convenção estadual realizada em Florianópolis. Os nomes dos suplentes ainda não foram divulgados oficialmente.
Administrador, advogado e professor, Amin já foi prefeito de Florianópolis, deputado federal, governador de Santa Catarina por dois mandatos e senador. Esta é a terceira candidatura de Esperidião Amin ao Senado.
Quem é Esperidião Amin
Esperidião Amin Helou Filho nasceu em 21 de dezembro de 1947, em Florianópolis. É formado em Administração pela Escola Superior de Administração e Gerência (Esag) e em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Também atuou como professor universitário. É casado com a ex-deputada federal e ex-prefeita de Florianópolis Angela Amin.
Trajetória política de Esperidião Amin
A carreira política de Esperidião Amin começou em 1969, quando ocupou cargos na Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Em 1975, assumiu a prefeitura de Florianópolis e, três anos depois, em 1978, foi eleito deputado federal pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Quatro anos depois, venceu a eleição para governador de Santa Catarina pelo Partido Democrático Social (PDS) e governou o Estado entre 1983 e 1987.
Em 1988, Amin foi eleito prefeito de Florianópolis pelo PDS. Em 1990, conquistou o primeiro mandato de senador também pelo PDS. Em 1994, disputou a Presidência da República pelo então Partido Progressista Reformador (PPR) e ficou em sexto lugar, com 2,75% dos votos no pleito vencido por Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Em 1998, Amin foi eleito governador de Santa Catarina pela segunda vez, filiado ao Partido Progressista Brasileiro (PPB). Tentou a reeleição ao governo em 2002 pelo PPB e voltou a disputar o cargo em 2006, já pelo Partido Progressista (PP), mas foi derrotado nas duas ocasiões. Em 2010 e 2014, Amin foi eleito deputado federal pelo PP. Em 2018, retornou ao Senado também pelo PP, cargo que ocupa atualmente.
Em 2022, concorreu novamente ao governo de Santa Catarina pelo PP, terminando a disputa na quinta colocação, com 9,75% dos votos no pleito vencido por Jorginho Mello (PL).
Quem são os suplentes
Até o momento, o PP não divulgou oficialmente os nomes dos suplentes da candidatura de Esperidião Amin.
Quais partidos apoiam a candidatura
O Progressistas integra a coligação formada por PP, União Brasil, PSD e MDB, que apoia a candidatura de João Rodrigues (PSD) ao governo de Santa Catarina.
Qual é o patrimônio declarado de Esperidião Amin
Até o momento, a candidatura de Esperidião Amin ainda não foi registrada na Justiça Eleitoral. Por isso, o patrimônio declarado do candidato ainda não está disponível.
Perfil de Esperidião Amin
- Nome completo: Esperidião Amin Helou Filho
- Idade: 78 anos
- Naturalidade: Florianópolis (SC)
- Profissão: administrador, advogado e professor
- Partido: Progressistas (PP)
- Coligação: União Progressista (PP e União Brasil), PSD e MDB
- Suplentes: ainda não divulgados
- Patrimônio declarado: não disponível até o momento
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Como serão eleitos os senadores em 2026
O Senado Federal possui 81 integrantes, sendo três representantes de cada Estado e do Distrito Federal. Nas Eleições 2026, duas das três cadeiras de cada unidade da Federação estarão em disputa. Cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes, e os dois mais votados serão eleitos, sem 2º turno.
O mandato de senador dura oito anos, e cada candidato concorre com dois suplentes, que podem assumir o cargo em caso de afastamento, licença, renúncia ou morte do titular.
O que faz um senador
O senador representa o Estado no Congresso Nacional. Entre suas funções estão propor, discutir e votar leis, emendas à Constituição e o orçamento federal, além de fiscalizar o governo.
O Senado também analisa projetos aprovados pela Câmara, participa de comissões e CPIs e decide sobre indicações para cargos como ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral da República (PGR) e dirigentes do Banco Central. Os senadores também julgam processos de impeachment nos casos previstos pela Constituição.











