Entenda novas críticas de Trump a governo Lula: “Estou decepcionado com o Brasil”

Na ocasião, americano foi perguntado sobre a possibilidade de restringir vistos para delegações brasileiras que pretendem participar da Assembleia Geral da ONU, em Nova York

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Donald Trump vem fazendo críticas ao governo Lula (Foto: Redes Sociais, Reprodução)

Em coletiva de imprensa na última quinta-feira (5), Donald Trump fez novas críticas ao atual governo do Brasil, comandado por Lula (PT), e disse que está “decepcionado com o Brasil. As informações são do g1.

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Na ocasião, o americano foi perguntado sobre a possibilidade de restringir vistos para delegações que pretendem participar da Assembleia Geral da ONU, que começa em 22 de setembro, que ocorrerá em Nova York. Questionado barrar representantes do Brasil, Trump não respondeu de forma direta:

— Bem, não sei… estamos falando de coisas que nos deixam muito desapontados com o Brasil. Aplicamos tarifas muito altas por causa do que eles estão fazendo, algo muito lamentável. Eu amo o povo do Brasil — declarou.

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Em seguida, ele criticou o atual governo.

—Temos uma ótima relação com o povo do Brasil, mas o governo mudou radicalmente. Foi para a esquerda de forma muito intensa, muito radical, e isso está prejudicando o país gravemente. As coisas lá estão indo muito mal. Muito, muito mal. Então, vamos ver.

Segundo a Associated Press (AP), a administração Trump já negou vistos ao líder palestino Mahmoud Abbas e sua delegação, impedindo sua participação em evento da ONU. Agora, avalia fazer o mesmo com Irã, Sudão, Zimbábue e Brasil.

O Brasil tradicionalmente é o primeiro país a discursar na Assembleia Geral da ONU desde 1947 — um símbolo de seu papel histórico no multilateralismo. Caso confirmadas, as restrições podem marcar um novo conflito nas relações bilaterais, já tensionadas pelo tarifaço.

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As tarifas impostas e a ameaça de sanções diplomáticas são vistas como parte de uma estratégia mais ampla do governo Trump para pressionar governos considerados adversários ideológicos.

A chance de restrições durante a Assembleia Geral da ONU, evento que tradicionalmente reúne líderes de todo o mundo, gera preocupações quanto ao impacto nas relações bilaterais e ao papel dos Estados Unidos como país anfitrião de organismos internacionais.

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