EUA vão monitorar redes sociais de brasileiros que pedirem visto de estudante ao país

Embaixada dos Estados Unidos anunciou medida nesta quarta-feira afirmando que visto para entrar no país "é um privilégio, não um direito"

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Embaixada dos Estados Unidos confirmou medida a estudantes brasileiros que solicitarem visto de estudo (Foto: Marcello Casal Jr., Agência Brasil, Divulgação)

Embaixada dos Estados Unidos confirmou medida a estudantes brasileiros que solicitarem visto de estudo (Foto: Marcello Casal Jr., Agência Brasil, Divulgação)

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou que o governo norte-americano vai monitorar as redes sociais de quem solicitar visto para entrar no país como estudante. O anúncio foi feito em comunicado divulgado nesta quarta-feira (25). As informações são do portal g1.

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O monitoramento das redes sociais de estudantes candidatos a visto de estudo no país vem em meio ao endurecimento das regras de entrada de estrangeiros no país desde o retorno do presidente Donald Trump à Casa Branca. O tema foi alvo de promessa de campanha do republicano.

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A embaixada informou que as autoridades dos Estados Unidos devem fazer uma análise “abrangente e minuciosa” da postura dos estudantes nas redes sociais. A decisão vale para vistos de quem pretende estudar em universidades e faculdades dos EUA, em instituições não acadêmicas e também para participantes de programas de intercâmbio estudantil e cultural, incluindo professores e pesquisadores.

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Segundo comunicado divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA ainda na semana passada, antes do anúncio da embaixada nesta quarta-feira que confirmou a aplicação da regra também para os brasileiros, a revisão de perfis nas plataformas digitais pretende identificar conteúdos considerados hostis aos Estados Unidos, ao governo, à cultura, a instituições ou a princípios norte-americanos.

O agendamento de entrevistas para visto de estudantes, que está suspenso desde maio, deve ser retomado “em breve”, segundo a embaixada.

A embaixada defendeu que medida seria uma forma de buscar garantir os “mais altos padrões de segurança nacional” na concessão de vistos, e enalteceu o direito de acesso ao país. “Obter um visto para os EUA é um privilégio, não um direito”, afirmou a representação diplomática no país.

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