Investigação sobre crime de genocídio contra Bolsonaro é arquivada por falta de provas

Ministério Público Federal arquivou caso que investigava ex-presidente pelos crimes de genocídio e uso indevido da Abin

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Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira (13) (Foto: Ton Molina, STF)

Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília (Foto: Ton Molina, STF)

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o pedido de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família por crimes como genocídio durante a pandemia e uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O órgão alega falta de comprovação documental. As informações são da CNN.

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Em um despacho feito no dia 23 de janeiro, a procuradora da República Luciana Furtado de Moraes escreveu que “não subsiste motivo para a instauração de persecução penal em razão dos fatos, tendo em vista que as informações apresentadas são inespecíficas e genéricas, carecendo de prova documental mínima que corrobore as complexas e abrangentes alegações”.

O processo acusava a família Bolsonaro de crime durante a pandemia, como envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, “rachadinhas”, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática.

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A manifestação, segundo o MPF, tem caráter opinativo com críticas políticas e avaliações morais sobre a condução do governo federal.

O MPF comunicou que o caso foi arquivado, mas o denunciante tem 10 dias para apresentar recurso. O processo tramita em sigilo a pedido do autor da representação.

Como é a cela de Bolsonaro na Papudinha