Líder do PL, Valdemar Costa Neto, diz que “não gostou” de carta de Flávio em que se autodeclara presidente do Brasil

Em visita a Jair Bolsonaro, presidente do PL, Valdemar Costa Neto, repudiou carta de Flávio Bolsonaro na qual se autointitula presidente do país

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Líder do PL, Valdemar Costa Neto, desaprovou carta de Flávio em que se autodeclara presidente do Brasil (Foto: Agência Brasil, Redes Sociais, Divulgação)

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, repudiou, nesta quinta-feira (29), a carta publicada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) na qual se autointitula Presidente da República após ter fugido do Brasil, na terça-feira (27), e ter perdido as eleições para o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Valdemar Costa Neto critica carta de Flávio Bolsonaro

Valdemar visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quinta-feira e ao ser perguntado por jornalistas sobre a carta, na entrada do condomínio do ex-mandatário, em Brasília, ele desaprovou a nota, sem se aprofundar muito: “Não gostei, não gostei”, disse durante o encontro autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

A carta foi publicada inicialmente na terça-feira (27), nas redes sociais de Flávio. Depois, o senador retirou o texto e divulgou uma nova versão, substituindo as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito” por “líder do Brasil” e “líder”. Apesar da mudança, manteve as afirmações de que não reconhece o resultado da eleição e de que o pleito teria sido roubado.

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PL reconheceu vitória de Lula e se distancia de carta

As alegações de Flávio, divulgadas sem apresentação de provas, contrastam com a posição oficial do Partido Liberal (PL), que reconheceu o resultado das urnas e solicitou esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A vitória de Lula também foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o g1, a carta provocou desconforto dentro do partido, que havia reconhecido a eleição. Além disso, o conteúdo recebeu críticas de diferentes setores da direita, incluindo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que defendeu que Flávio respeitasse o resultado e seguisse em frente.

*matéria em atualização