Meta diz que Exército do Lula não fere regras do WhatsApp, e Janones reage: “Não tem fake news”

Meta afirmou que a mobilização política legítima não é proibida pelas regras do WhatsApp

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Canais de WhatsApp de Flávio e Lula viraram centro de discussão no TSE durante 2º turno (Foto: Redes sociais, Reprodução)

A Meta afirmou que o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, não viola as políticas da empresa. A declaração foi feita nesta sexta-feira (23), após o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, cobrar explicações sobre o funcionamento do canal.

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A decisão atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questiona o cumprimento das medidas previstas no plano de conformidade da empresa com a Justiça Eleitoral.

Em resposta, a Meta afirmou que a mobilização política legítima não é proibida pelas regras do WhatsApp:

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A coordenação vedada é a de atividades violentas ou criminosas, e não a mobilização política lícita. Nenhuma dessas políticas trata como ilícita, em si, a mobilização de pessoas reais e identificadas, que o art. 28, § 6º-A, da Resolução nº23.610/2019 admite.

Janones reage à cobrança

André Janones (Avante-MG), responsável pelo canal, também defendeu a iniciativa e negou irregularidades. Em publicação no X, o deputado afirmou: “Entendam de uma vez por todas: não tem fake news, não tem nada irregular, o que tem é somente o barulho ensurdecedor de um povo unido fazendo uma revolução!”

TSE cobrou explicações da Meta

Nunes Marques estabeleceu prazo de 24 horas para a apresentação de um relatório técnico. O tribunal quer entender como a plataforma diferencia uma mobilização política legítima de um comportamento coordenado potencialmente irregular.

Exército do Lula foi criado por André Janones