A determinação atende a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que quer verificar se a empresa cumpriu o plano de conformidade entregue à Justiça Eleitoral. O texto prevê que as big techs adotem medidas para revenir e mitigar riscos à integridade do processo eleitoral.
Segundo o ministro, o objetivo é confrontar o que foi informado ao tribunal com o funcionamento do canal. As informações são da CNN.
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Como foi o desempenho dos candidatos à Presidência no 1º turno
O canal “Exército do Lula” tem mais de 8 milhões de inscritos e é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e mobiliza eleitores para divulgar mensagens em favor de Lula nas redes sociais.
Como resposta, o também deputado federal eleito mineiro Nikolas Ferreira (PL-MG) criou o canal “Tropa do Flávio”, para reunir e incentivar apoiadores do candidato do PL nas últimas semanas de campanha do 2º turno.