Pesquisa Quaest mostra nível de conhecimento e rejeição dos candidatos em Florianópolis

Topázio (PSD) tem maior percentual de pessoas que o conhecem e consideram votar nele

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Eleições 2024 têm nove nomes envolvidos na corrida pela prefeitura de Florianópolis (Tiago Ghizoni, arquivo NSC)

Eleições 2024 têm nove nomes envolvidos na corrida pela prefeitura de Florianópolis (Tiago Ghizoni, arquivo NSC)

A segunda pesquisa Quaest contratada pela NSC que apontou as intenções de voto na corrida para a prefeitura de Florianópolis avaliou também o potencial de voto e a rejeição dos candidatos a prefeito da Capital.

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O candidato Topázio Neto teve 61% dos entrevistados respondendo que o conhecem e que poderiam votar nele – o que é chamado de potencial de voto. Em relação à pesquisa anterior, o número cresceu. No fim de agosto, 56% dos eleitores diziam que poderiam votar em Topázio. Na pesquisa desta terça-feira, outros 30% afirmam conhecer, mas não votar no candidato – é o indicativo de rejeição na pesquisa. o indicador se manteve o mesmo do levantamento de agosto. Um total de 6% dos eleitores consultados disseram não conhecer o candidato, e 3% não souberam responder.

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O candidato Dário Berger (PSDB) tem 38% das pessoas o conhecem e votam (potencial de voto), um ponto percentual a mais do que o levantamento de agosto. Outros 51% dos entrevistados que dizem conhecê-lo, mas não votar nele (rejeição). Trata-se do maior percentual de rejeição indicado na nova pesquisa. O indicador também aumentou em relação à pesquisa de agosto, quando 43% das pessoas diziam conhecê-lo e não considerá-lo como opção de voto. No total, 8% dos entrevistados afirmaram não conhecer Dário, e outros 3% não souberam responder.

O candidato Pedrão (PP) é conhecido e considerado como possibilidade de voto por 33% dos entrevistados. Em agosto, a proporção era de 25%. Outros 35% afirmaram não conhecê-lo, ante 45% que o desconheciam no levantamento de um mês atrás. A faixa de rejeição do candidato, de pessoas que afirmam conhecê-lo, mas não considerá-lo como opção de voto, é de 30%. Em agosto, foi de 28%. Dos entrevistados, 2% não souberam responder.

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O candidato Marquito (PSOL) teve 28% das pessoas que disseram conhecê-lo e considerá-lo uma alternativa de voto nas eleições de outubro. No fim de agosto, esse número era de 25%. Outro grupo de 38% disse desconhecê-lo na pesquisa desta terça. No levantamento anterior, eram 45%. Por fim, 33% respondeu que o conhece e que não considera votar nele, o indicador da pesquisa que aponta a rejeição. Na rodada anterior, a rejeição dele era de 28%. Um porcento dos entrevistados não souberam responder.

Lela, candidato do PT, é conhecido e considerado como opção de voto por 21% dos entrevistados — no fim de agosto, eram 16%. O número de pessoas que dizem não conhecer o candidato passou de 62% na primeira pesquisa para 49% no levantamento desta terça. A rejeição de Lela aumentou de 20% para 29%. Outros 2% não souberam ou não quiseram responder à pesquisa mais recente.

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Os candidatos Brunno Dias (PCO), Mateus Souza (PMB) e Carlos Müller (PSTU) são desconhecidos para 85% dos entrevistados e Portanova (Avante), para 76%. Eles são conhecidos e considerados como alternativa de voto por menos de 3% dos entrevistados. Portanova é conhecido e não considerado como alternativa de voto por 20% dos entrevistados, e os outros três candidatos, Brunno Dias, Mateus Souza e Carlos Muller, tem rejeição em percentuais entre 11% e 12%. Veja os números detalhados de cada candidato no gráfico abaixo:

Potencial de voto e rejeição de candidatos em Florianópolis

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A pesquisa Quaest foi encomendada com exclusividade pela NSC e ouviu 852 pessoas entre 14 e 16 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SC-09567/2024.

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