Servidora diz que era coagida a fornecer a senha para adulteração em carteiras de vacinação

Investigadores vão analisar todo o material coletado nos endereços dos alvos, inclusive os celulares apreendidos com o ex-presidente Bolsonaro e com o tenente-coronel Mauro Cid

Compartilhe:

(Foto: Marcello Casal Jr, Agência Brasil)

A investigação que apura um suposto esquema criminoso de fraude na vacinação envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), terá uma frente nova e mais aprofundada sobre Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. As informações são do g1.

Continua após a publicidade

Receba notícias de Santa Catarina pelo WhatsApp

Em depoimento, uma servidora disse que era coagida a fornecer a senha a para inserção de dados (adulteração) de carteiras de vacinação. Nesta quinta-feira (4), os malotes com as apreensões feitas no Rio chegam a Brasília.

Continua após a publicidade

Os investigadores agora vão analisar todo o material coletado nos endereços dos alvos, inclusive os celulares apreendidos com o ex-presidente, com o tenente-coronel Mauro Cid e outros.

Segundo a PF, servidores da Prefeitura de Caxias inseriram no Sistema Único de Saúde (SUS) os dados falsos de vacinação de Bolsonaro, da filha Laura, de dois assessores e do deputado Gutemberg Reis (MDB).

*Sob supervisão de Raquel Vieira

Leia mais

Quem são os alvos da operação contra fraude em dados de vacinação envolvendo Bolsonaro

Continua após a publicidade

Operação Mensageiro: diretor de presídio é afastado por suspeita de facilitar visitas a prefeito