Ex-presidente está em prisão domiciliar desde 4 de agosto (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom, Agência Brasil)
Mais 13 pessoas foram autorizadas a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpreprisão domiciliar em Brasília. Os encontros foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (13). Com informações da CNN.
Continua após a publicidade
Alguns dos visitantes são o o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o relator da PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Todos os encontros poderão acontecer entre 9h e 18h, de dias pré-definidos.
Tarcísio está com a visita marcada para o dia 10 de dezembro. Já o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, poderá encontrar Bolsonaro no dia 26 de novembro, enquanto Derrite está com a visita marcada para o dia 1° de dezembro.
Continua após a publicidade
Também há condições para que as visitas aconteçam, como a revista de veículos que entrarem e saírem do condomínio em que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
Veja a lista com nomes e as respectivas datas para visita
Adolfo Sachsida (ex-ministro de Minas e Energia no governo de Jair Bolsonaro) – 24 de novembro
Bruno Scheid (vice-presidente do Partido Liberal em Rondônia) – 25 de novembro
Cláudio Bomfim de Castro e Silva (governador do Rio de Janeiro) – 26 de novembro
Cleidimar da Silva Moreira (padre) – 27 de novembro
Evair Vieira de Melo (deputado federal) – 28 de novembro
Guilherme Muraro Derrite (relator da PL Antifacção) – 1º de dezembro
José Antonio dos Santos Medeiros (deputado federal) – 2 de dezembro
Odelmo Leão Carneiro Sobrinho (deputado federal) – 3 de dezembro
Pablo Henrique de Faria (padre) – 4 de dezembro
Paulo M. Silva – 5 de dezembro
Ronaldo Ramos Caiado (governador de Goiás) – 9 de dezembro
Tarcísio Gomes de Freitas (governador de São Paulo) – 10 de dezembro
Ubiratan Antunes Sanderson (deputado federal) – 11 de dezembro
Veja cronologia que levou à prisão de Jair Bolsonaro
Após perder as eleições de 2022, Bolsonaro ficou 44 horas em silêncio (Foto: Lula Marques, Agência Brasil)Em 8 de janeiro de 2023, bolsonaristas invadiram e depredaram os Três Poderes em Brasília após meses pedindo intervenção militar. Segundo a PGR, 284 pessoas já foram condenadas pelo STF (Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil)Em 9 de janeiro de 2023, Moraes ordenou a desocupação dos acampamentos golpistas nos quartéis. Bolsonaro seguia nos EUA, de onde só voltou em março (Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil)Réus do núcleo 1 da trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro começaram a ser ouvidos no STF em junho de 2025 (Foto: Antonio Augusto, STF)A Polícia Federal passou a investigar a atuação de Jair Bolsonaro depois que o ex-presidente disse, em maio, ter enviado R$ 2 milhões para o filho permanecer nos Estados Unidos (Foto: reprodução; redes sociais)Moraes havia determinado no dia 25 de julho que Bolsonaro cumprisse medidas cautelares por indícios de obstrução no processo em que ele é réu por tentativa de golpe de Estado (Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil)Desde o dia 18 de julho de 2025 Bolsonaro é obrigado a usar tornozeleira eletrônica; além disso, ele não poderia acessar as redes sociais e estava proibido de falar com o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)Apesar disso, o senador Flávio Bolsonaro colocou o ex-presidente no viva-voz no telefone durante amanifestações (Foto: Lula Marques, Agência Brasil)Depois do viva a voz, o senador postou um vídeo de Bolsonaro enquanto ele fazia a ligação, com uma mensagem para os apoiadores: “Boa tarde, Copacabana. Boa tarde, meu Brasil. Um abraço a todos. É pela nossa liberdade. Estamos juntos”, disse Jair Bolsonaro (Foto: Redes sociais, Reprodução)