Trump amplia sanções dos EUA contra Cuba em novo ataque ao país

No início do ano, EUA suspenderam as exportações de petróleo venezuelano à Cuba, o que provocou apagões nacionais na ilha

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Trump se pronunciou nas redes sociais sobre a proposto do Irã (Foto: Redes sociais, Reprodução)

rump, presidente dos EUA, já disse que Cuba está "à beira do colapso" (Foto: Redes sociais, Reprodução)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou as sanções adotadas contra o governo de Cuba. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (1º) por dois funcionários da Casa Branca à Reuters.

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A ação seria uma forma de pressionar Havana após a destituição do líder venezuelano. Os alvos das novas sanções são:

  • Pessoas, entidades e afiliados que apoiam o aparato de segurança do governo cubano ou são cúmplices de corrupção ou graves violações dos direitos humanos;
  • Agentes, funcionários ou apoiadores do governo.

Ainda não está claro quais pessoas ou entidades foram atingidas pelas sanções. A ordem autoriza a aplicação de sanções secundárias à quem realize ou facilite transações com os alvos da medida, segundo autoridades.

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Ataques contra Cuba

As medidas sinalizam um novo ataque dos Estados Unidos contra Cuba, país que Trump disse repetidas vezes estar “à beira do colapso”. Nos últimos meses, forças americanas atacaram embarcações na costa da Venezuela e invadiram Caracas para prender o presidente Nicolás Maduro.

Ainda, junto com Israel, os EUA está em guerra com o Irã desde 28 de fevereiro. Trump já afirmou que “Cuba é o próximo alvo”, sem dizer o que pretende fazer com a ilha.

Qual a relação entre Cuba e EUA

Autoridades americanas afirmam que a ordem de Trump contem um aviso implícito a Cuba, afirmando que o governo se alinhou com o Irã e grupos militantes como o Hezbollah.

“Cuba oferece um ambiente permissivo para operações hostis de inteligência estrangeira, militares e terroristas a menos de 160 quilômetros do território continental americano”, disse um funcionário.

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Há um bom tempo, os EUA pede que Cuba abra sua economia estatal, pague indenizações pelas propriedades expropriadas pelo governo do então líder Fidel Castro e realize eleições “livres e justas”. Contudo, o país alefa que o modelo de governo socialista não será alterado.

No início do ano, os EUA impuseram sanções à ilha quando suspenderam as exportações de petróleo venezuelano após a deposição de Maduro, em 3 de janeiro. Depois disso, Trump ameaçou impor tarifas a qualquer país que enviasse petróleo para Cuba.

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Com a escassez de combustível, Cuba viveu três apagões de nível nacional, o que levou muitas companhias aéreas estrangeiras a suspenderem os voos para a ilha.

Trump foi alvo de atentado em evento

*Com informações de Reuters e CNN Brasil