Florianópolis e região voltam ao risco gravíssimo para o coronavírus; entenda o que muda

Após uma semana classificada como "grave", região apresenta piora e restrições aumentam

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Praias seguem liberadas em SC, desde que respeitado o distanciamento (Foto: Diórgenes Pandini/DC)

Após passar uma semana fora do grupo mais crítico para o coronavírus, a região da Grande Florianópolis voltou, nesta quarta-feira (20), a ser classificada com risco gravíssimo na matriz do governo estadual, identificado pela cor vermelha no mapa. 

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A região da Capital catarinense apresentou piora nos níveis de monitoramento, transmissibilidade e de óbitos. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), a Grande Florianópolis está “no patamar mais alto de atenção”.

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Com essa mudança do grave para o gravíssimo, algumas restrições voltam a vigorar nas cidades em vermelho: casas noturnas, por exemplo, deixam de funcionar. O esporte recreativo também fica proibido. 

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Além disso, eventos sociais, parques aquáticos, teatros, museus e outras cerimônias devem restringir o público entre 30% e 50% da capacidade total. As praias, por outro lado, seguem liberadas para permanência na areia, desde que respeitado o distanciamento entre os grupos familiares. 

O que muda na região

Fica proibido:

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– realização de atividades esportivas de caráter recreativo.

– abertura de casas noturnas.

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Reduzem a capacidade:

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– cinemas e teatros com 30% de ocupação.

– eventos sociais (cerimônias sem cobrança de ingresso, como casamento, batizado, aniversário, jantares e festas infantis) com 30% da ocupação.

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– feiras, exposições e leilões com ocupação de 30% do espaço.

– congressos, palestras e afins com 30% de ocupação.

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– acesso a igrejas e templos religiosos com 30% da ocupação.

– abertura de museus com 50% da ocupação.

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– funcionamento de parques aquáticos e complexos de águas termais com 50% da ocupação.

– circulação de transporte coletivo com 70% de ocupação.