Queiroga alerta que Brasil ainda não chegou no pico da variante Ômicron

Anúncio acontece um dia após país registrar mais de mil mortes por Covid em 24h

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Queiroga durante reunião no Ministério da Saúde final de janeiro. Casos da nova variante Ômicron aumentam número de casos e mortes no país (Foto: Myke Sena, Min. da Saúde, Divulgação)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil ainda não chegou ao pico da onda da Covid-19 causada pela variante Ômicron. Há cerca de dois meses no país, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções por Covid.

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— Analisando a última semana epidemiológica do país, tivemos aumento de casos causado pela covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron. O enfrentamento contra a doença continua — disse Queiroga nesse sábado (5), via redes socias.

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Segundo Queiroga, a pasta monitora a pressão sobre o sistema de saúde e a ocupação de leitos de UTI. — Há espaço para abertura de novos leitos e estamos apoiando os Estados sempre que necessário. A atenção primária também tem sido reforçada — ressaltou.

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Queiroga enfatizou ainda a importância da vacinação para que os casos tenham sintomas mais leves. — Se você ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço, não esqueça de completar seu esquema vacinal — alertou.

País vê aumento de casos de Covid e mortes

O Brasil registrou 800 mortes por Covid e 152.973 casos da doença, neste sábado (5). Com isso, o país chega a 631.869 mortes e 26.472.006 casos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados são das secretariais estaduais de saúde, compilados pelo consórcio de veículos de imprensa. 

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O país voltou a registrar mais de mil mortes por Covid na última sexta (4), com 1.074 vidas perdidas. Foi o maior valor desde 17 de agosto do ano passado, quando os registros apontaram 1.137 óbitos. O recorde em um único dia de casos ocorreu na quinta-feira (3), com 286.050 infecções.

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As médias móveis de mortes e de casos estão subindo. A média móvel de mortes está em 747 óbitos por dia — variação de 164% em relação aos 14 dias anteriores — e a de casos é de 174.933 infecções (aumento de 24%).

*Com informações de Agência Brasil e Folhapress

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