Após anos foragida, chefe de facção que ordenou morte de membro da PM é condenada a 25 anos de prisão em SC

Segundo a PMSC, a chefe de facção tinha influência no Morro do Horácio e participou da disseminação de ordens durante ataques em Florianópolis entre 2012 e 2013

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Justiça condena mulher ligada ao PGC por ordenar morte de colaborador da PM em Florianópolis (Foto: Divulgação)

Apontada como uma das lideranças de uma facção criminosa em Florianópolis, Simone Saturnino foi condenada a 25 anos de prisão pelo Tribunal do Júri, após ser responsabilizada por ordenar o assassinato de um colaborador do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

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A chefe de facção havia sido presa em 2025, no Rio de Janeiro, depois de passar anos foragida, e segundo a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), Simone também teve participação na disseminação de ordens da organização criminosa durante os ataques registrados em Florianópolis entre 2012 e 2013.

Quem é Simone Saturnino, a chefe de facção condenada a 25 anos de prisão em SC

De acordo com a PMSC, Simone Saturnino é apontada como uma das integrantes da liderança do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), facção com atuação em Florianópolis. Ela exercia influência no Morro do Horácio, localizado na região central da cidade.

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A condenada é ex-companheira de Rodrigo Saturnino, conhecido como “Rodrigo da Pedra”. As investigações também apontaram sua relação direta com a morte de um policial militar ligado ao 4º BPM, em 2016.

Prisão de chefe de facção ocorreu em 2025

Simone foi localizada e presa em 2025, no Rio de Janeiro, após permanecer foragida por vários anos. Conforme a Polícia Militar, ela acumulava antecedentes criminais por diferentes delitos, entre eles homicídio, ocultação de cadáver, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação e associação criminosa.

Após a condenação, o 4º BPM destacou a decisão judicial como resultado das ações de enfrentamento ao crime organizado em Florianópolis. A corporação também ressaltou a importância do julgamento diante dos crimes praticados contra pessoas vinculadas às forças de segurança.

A pena estabelecida foi de 25 anos de reclusão pelo envolvimento como mandante do homicídio de um colaborador do batalhão, conforme as informações divulgadas pela Polícia Militar de Santa Catarina.