Bancário de SP que sumiu em Florianópolis não conseguiu contato com amigo que disse que ia visitar em SC

Vinícius Valente da Silva está desaparecido há 18 dias em Florianópolis após sair de um hostel na Lagoa da Conceição

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Bancário está desaparecido desde o dia 6 de agosto (Foto: Reprodução)

Bancário está desaparecido desde o dia 6 de agosto (Foto: Reprodução)

O bancário Vinícius Valente da Silva, de 30 anos, que saiu de São Paulo dizendo para a família que iria visitar um amigo em Florianópolis e está desaparecido há quase 20 dias na capital catarinense, não conseguiu contato com o colega e, por isso, foi para um hostel na região da Lagoa da Conceição. A informação é de uma amiga de Vinícius, que afirmou que o rapaz não recebe mais mensagens e ligações há duas semanas, o que traz ainda mais preocupação para a família.

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Vinícius foi visto pela última vez no dia 6 de agosto, quando saiu do hostel. No dia anterior, ele teria conversado com pessoas que trabalham na recepção do local e afirmou a elas que o amigo não o acolheu na casa dele como combinado e que não conseguia contato com ele. No dia 6, um dia antes do check-out combinado e pago previamente, o bancário saiu da hospedagem afirmando que teria conseguido conversar com esse amigo.

Desde então, Vinícius não recebe mais ligações no celular e, do dia 10 de agosto em diante, as mensagens não chegam mais ao telefone dele, o que significa que ele não está mais conectado a uma rede wi-fi. Segundo os funcionários do hostel, que conversaram com um primo do bancário, Vinícius saiu do local apenas uma mochila pequena.

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A família afirma que não sabe quem é esta pessoa com quem Vinícius se encontraria. Por isso, solicitou a quebra de sigilo telefônico e bancário para obter mais informações, mas a autorização ainda não foi concedida. Além disso, os familiares também registraram um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento dele tanto em São Paulo quanto em Santa Catarina.

Em nota ao NSC Total, a Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil de Santa Catarina afirmou que está investigando o caso e realizando “todas as diligências necessárias”.

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“Além disso, a Divisão de Desaparecidos do DHPP da PCSP também investiga o caso e as instituições policiais estão trabalhando em cooperação e troca de informações”, finalizou.

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No boletim, a família afirma que consultou hospitais particulares e públicos para saber se ele deu entrada em alguma unidade de saúde, mas nenhum atendimento foi identificado. O Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis também não registrou nenhuma entrada compatível com as características do bancário.

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A amiga de Vinícius também contou que não há registro do bancário no sistema de reconhecimento facial de monitoramento de Florianópolis desde o dia 6 de agosto, data do desaparecimento.