Como um sonar ajudou a localizar em açude de SC pessoa desaparecida desde o domingo de eleições

Em 15 minutos equipamento sonar identificou vítima submersa às margens da rodovia SC-150, no município de Água Doce

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Como um sonar ajudou bombeiros a encontrar pessoa que desapareceu no domingo de eleições, em açude de SC

Equipamento emite pulsos de som que viajam pela água e refletem de volta para o equipamento (Foto: CBMSC, Divulgação)

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) encontrou o corpo de uma pessoa desaparecida no domingo de eleições (25). A vítima estava submersa dentro de um açude às margens da rodovia SC-150, no município de Água Doce, no Meio-Oeste Catarinense. A localização do corpo foi realizada em 15 minutos com a ajuda de um sonar e equipamentos de mergulho.

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As autoridades foram acionadas apenas na tarde de segunda-feira (26), quando colegas da vítima perceberam o desaparecimento e encontraram pertences da vítima na região próxima à água.

Sonar ajuda bombeiros a encontrar desaparecido

Por desconhecerem a profundidade do reservatório, o 11.º Batalhão de Bombeiros Militar (11.º BBM) estudou a área e decidiu realizar uma operação especializada de busca subaquática, com o emprego de embarcação, equipamentos de mergulho e de sonar.

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Foram necessários apenas 15 minutos para identificação da vítima submersa na água e análise do melhor ponto para resgate do corpo pelos mergulhadores responsáveis. O uso do equipamento evitou a necessidade de buscas subaquáticas aleatórias e acelerou o encontro do desaparecido.

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) prestou apoio à ocorrência e permaneceu no local após a retirada da vítima, aguardando a chegada da Polícia Científica para os procedimentos legais.

O que é um sonar

Um sonar é uma tecnologia utilizada para a varredura do ambiente subaquático, detectando e mapeando objetos submersos e medindo distâncias debaixo d’água.

O equipamento sonar, segundo o Corpo de Bombeiros (CBMSC), emite pulsos de som que viajam pela água e, ao atingirem um objeto, refletem de volta para o equipamento. Para funcionar, o dispositivo fica submerso em uma profundidade de um a 10 metros.

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“Ao medir o tempo que o som leva para retornar e a direção do eco, o sonar pode determinar a distância e a localização do objeto”, informaram os bombeiros.

O aparelho, que pode ser utilizado em qualquer corpo d’água, é usado geralmente para mapear o fundo marinho com profundidade de até mil metros. Sonares já ajudaram a localizar os destroços do Titanic, na expedição liderada por Robert Ballard, em 1985.

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*Sob Supervisão de Daiane Nora