Vítima deu entrevista à Globo sobre o caso (Foto: Reprodução)
Um mulher revelou ter amargado um prejuízo de quase R$ 1 milhão ao cair na conversa envolvente de um “golpista do amor”. A vítima contou à Polícia Civil do Distrito Federal, onde mora, que o homem a convenceu a vender os bens que tinha no estado e ir morar com ele em Balneário Camboriú. A união relâmpago em Santa Catarina durou dois meses, até ela perceber que estava sem dinheiro, afundada em dívidas feitas pelo companheiro no nome dela e decidir voltar para a cidade de origem.
Todo o relato consta em um inquérito de outubro do ano passado, onde o então companheiro da mulher é acusado de aplicar golpe com a venda de um carro. Para a Polícia Civil do DF, o homem é um “estelionatário contumaz”. O procedimento cita que ele vivia de aplicar golpes, na maioria das vezes vendendo carros financiados como quitados, e fez vítimas, inclusive, durante a passagem por Balneário Camboriú.
Continua após a publicidade
Um dos lesados seria o dono de uma revenda de carros.
A história de amor virou pesadelo
A mulher disse as autoridades que trabalhava em uma revenda de carros no Distrito Federal quando conheceu o “golpista do amor”. Ela se apaixonou e eles logo começaram uma relação. O homem então propôs que ela vendesse o apartamento e os dois fossem morar no litoral catarinense, deixando para trás o emprego que ela teve pelos últimos 15 anos. O convite foi aceito e quando o homem chegou a SC abriu uma empresa e contas bancárias no nome dela.
Com gostos extravagantes para restaurantes e moradias, logo ela se deu conta de que ele tinha gastado todo o dinheiro fruto da venda do apartamento e do carro dela, além de ter feito muitas dívidas no nome da mulher, com empréstimos e compra de carros para revenda. A decisão, então, foi por voltarem a morar na capital federal, onde a vítima afirma que teve de ir pagar aluguel. A partir daí, não demorou para perceber que ele era o sapo em vez do desejado príncipe encantado.
Após sete meses, a união terminou e ficaram as dívidas.
— Eu não tenho paz. Meu telefone toca 24 horas. Cobrança. Meu celular chega a descarregar. Hoje eu moro de aluguel, não tenho carro, ando de ônibus. Não tenho crédito para comprar uma balinha na esquina. A minha vida virou um pesadelo — desabafou a mulher ao g1 DF, o qual apurou que a 2º Vara Criminal de Águas Claras aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público do Distrito Federal e agora o homem responde por estelionato.
Continua após a publicidade
Conforme o g1 DF, em áudio enviado à mulher, o “golpista do amor” prometeu quitar as dívidas, mas ela afirma que isso nunca aconteceu. Ainda segundo as investigações da Polícia Civil, outra mulher denunciou ter mantido uma relação amorosa com homem. Um dia ele pegou o carro dela sob a justificativa de levar ao conserto, mas na verdade levou a uma revenda de carros e repassou o veículo.
Fotos revelam como era Balneário Camboriú no passado
Hotel em Balneário Camboriú após ter servido de Quartel General na Segunda Guerra Mundial, década de 1940 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Hotel em Balneário Camboriú (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Praia Central, década de 1970 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Hotel Fischer, na Avenida Atlântica, década de 1970 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Lance de tainha em maio de 1973 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Cidade em 1984 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Ponte Pênsil, no bairro Vila Real, que teve como modelo a Ponte Hercílio Luz, no ano de 1990 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era a cidade antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Avenida Atlântica (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra Pontal Norte em Balneário Camboriú (Foto: Clube dos Entas de Itajaí)Vista aérea de Balneário Camboriú em 1980 (Foto: Maiko Nienkotter)Praia Central em 1968 (Foto: Arquivo histórico em Balneário Camboriú)Foto mostra como era Balneário Camboriú em 1980 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Balneário Camboriú em 1978 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Guarda-vidas de Balneário Camboriú do passado (Foto: Corpo de Bombeiros)Pesca de arrasto (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Avenida Atlântica na década de 1950 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Verão na década de 1940 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga de Balneário Camboriú (Foto: Divulgação)Pontal Sul em Balneário Camboriú, sem data (Foto: Clube dos Entas de Itajaí)Banhistas na década de 1930 (Foto: Lorena)Avenida Atlântica em 1970 (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Dia de sol em 1982 (Foto: Arquivo pessoal)Verão da década de 1960 (Foto: Acervo)Praia das Laranjeiras, em 1977 (Foto: Antonio Ubirajara Rosa)Praia das Laranjeiras em 1992 (Foto: Antonio Ubirajara Rosa)Praia das Laranjeiras em 1992 (Foto: Antonio Ubirajara Rosa)Praia das Laranjeiras, sem data (Foto: Antonio Ubirajara Rosa)Verão em 1970 (Foto: Arquivo pessoal)Bairro da Barra, sem data (Foto: Clube dos Entas de Itajaí)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)Foto antiga mostra como era Balneário Camboriú antigamente (Foto: Arquivo histórico de Balneário Camboriú)