Quase dois meses depois de desaparecer misteriosamente, a vendedora Lusiane Borges, de 27 anos, foi encontrada morta na tarde deste sábado (20) na cidade onde morava, em Santa Cecília. O corpo dela estava dentro de um cobertor, amarrado a pedras que se soltaram e fizeram o cadáver boiar no rio Correntes, chamando a atenção de pescadores. O principal suspeito do crime é o marido dela.
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O local onde a jovem foi localizada já havia sido inspecionado pelos investigadores, mas como o corpo estava no fundo das águas, nada foi encontrado. Ao perceber o volume suspeito, os pescadores acionaram a Polícia Civil, que confirmou se tratar de Lusiane.
Após a identificação, os agentes chamaram o Corpo de Bombeiros para apoio na remoção e a Polícia Científica para os procedimentos periciais e de identificação. Segundo a Polícia Civil, o episódio reforça a linha de investigação, que já apontava o lugar como o provável ponto de ocultação do cadáver.
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O inquérito, agora, deve caminhar para o final. O caso é tratado como suspeita de feminicídio. O companheiro da vítima foi preso preventivamente.
Lusiane Borges era vendedora em uma loja de roupas em Santa Cecília. Além do trabalho no comércio, havia iniciado recentemente os estudos para o magistério e também fazia estágios em creches da cidade.
A jovem foi vista pela última vez por câmeras de segurança no dia 31 de julho, enquanto caminhava em direção à casa dela e do companheiro. Nenhuma informação concreta sobre o paradeiro da mulher foi recebida, o que deixou familiares em uma angústia sem fim: “Minha irmã, não há um só dia que eu não pense em você. Sinto falta dos seus sorrisos, da sua voz, da sua presença iluminando a minha vida”, escreveu a irmã dela durante o período de espera por notícias.
Informações sobre o velório da vítima ainda não foram divulgadas.
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