Diversidade e tecnologia: conheça a história de Talita Shiguemoto

Cientista de dados conta sua trajetória e como foi o desenvolvimento da carreira até chegar na Loft

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Talita tem 31 anos e hoje é cientista de dados (Foto: Divulgação)

Talita Shiguemoto encontrou na ciência de dados sua paixão e vocação. Com experiência em programação e uma licenciatura em matemática, foi o amor pelos códigos que fez com que a paulista de 31 anos trilhasse o seu caminho até a Loft.

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Hoje, Talita faz parte do time de cientistas de dados da startup que vem revolucionando o mercado imobiliário no Brasil. Mais do que um emprego, Talita encontrou na Loft o que o mercado de tecnologia não foi capaz de lhe proporcionar até então: oportunidade de crescimento e acolhimento.

— A Loft é uma empresa meio mãe. Ela faz com que eu me sinta em casa, eu sei que ela se preocupa, o clima é incrível e, principalmente o time de tecnologia faz eu pensar que vale muito a pena continuar trabalhando aqui. Eu sei que não estou sozinha — conta.

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Sua história começou há cerca de sete anos, quando cursou, por um curto período, Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FATEC (Faculdade de Tecnologia de São Paulo). Naquela época, inserida no ramo de TI (Tecnologia da Informação), Talita percebeu o quanto o mercado de trabalho voltado a essa área não lhe fazia bem.

— Eu sou uma mulher lésbica e o ambiente em que eu trabalhava era muito tóxico. Eu tinha que mentir sobre mim, tinha que falar que namorava homens, porque eu via as pessoas sofrendo ali. Era muito machista. Então, chegou um momento que eu já não gostava muito do que eu fazia, não era uma super dor, mas o ambiente era horrível. Como eu sempre gostei de matemática, iniciei o curso voltado para a licenciatura — explica Talita.

Em 2017, Talita terminou a graduação em matemática na Universidade Metodista e começou a trabalhar com dados e estatísticas. Após quatro anos nessa área, a paulista decidiu alçar voos maiores. Foi quando teve seu primeiro encontro com a ciência de dados.

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— Eu não sabia muito bem o que era ser cientista de dados. Comecei a pesquisar sobre e vi que tinha muita coisa para estudar. Claro que estatística ajudou bastante, mas tinha muito o que aprender ainda. Então eu fiz um curso online, me empenhei muito, fiz alguns projetos, e então resolvi fazer uma pós-graduação — afirma.

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Em 2018, Talita iniciou o MBA em Análise de Big Data, na FIA em São Paulo (Fundação Instituto de Administração). Foi ali, através da indicação de uma amiga, que seu caminho se cruzou com o da Loft.

— Uma amiga comentou da Loft, disse que era uma startup diferente de outras empresas de tecnologia, por ser do ramo imobiliário. Ela falou tão bem que me chamou a atenção e eu fui pesquisar mais sobre. Aí vi que tinha uma vaga de cientista de dados e me candidatei. Foi muito bom, estava no timing certo. Fiz a primeira prova, que era só de conceitos, e passei — conta a cientista de dados.

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Carreira, aprendizado e inclusão

Antes de fazer parte do time de tecnologia da Loft, Talita ainda passou por uma entrevista e precisou criar um projeto-case. Mesmo sem muita experiência prática e contando só com a base dos cursos que já havia feito em ciência de dados, a esperada vaga foi conquistada. Desde o processo seletivo, Shiguemoto viu que ali era um ambiente realmente diferente.

— Tenho certeza que eu subi muito mais rápido aqui. Acho que é porque temos desafios constantes que fazem com que a gente queira estudar, além do time ser incrível. As pessoas são muito boas tecnicamente, elas param para te ensinar. Você pode perguntar para qualquer pessoa e ela vai estar super de boa querendo te ajudar. Além disso, a gente também tem grupos de estudos, que reúnem cientistas para estudar algum tema específico. Então, a curva de aprendizagem é muito grande — explica Shiguemoto.

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Mas, foi a diversidade um dos principais fatores que fizeram com que Talita se apaixonasse pela empresa. Para ela, a Loft vai além de apenas levantar uma bandeira, garantindo a inclusão nas equipes. Mais do que um ambiente confortável para se trabalhar, Talita encontrou ali um espaço para fazer o que ama, sendo quem realmente é.

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— Eu sei que a gente tem muito que avançar ainda, mas é muito legal ver que esse é um valor da companhia, e que tem pessoas junto com a gente que ajudam a melhorar isso. Desde o dia um e até nas entrevistas eu falei que era uma mulher lésbica. Se fosse um ambiente tóxico, eu não iria aceitar trabalhar lá — afirma.

Talita advoga pela liberdade de ser quem é, crescer e se desenvolver no que ama. Ter a possibilidade de fazer isso no mercado de trabalho faz com que a sua história seja uma inspiração para muitas. Ela mostra que é possível conquistar espaços considerados machistas, como o setor de tecnologia.

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Com dois anos e três meses como cientista de dados na Loft, Talita descobriu um mundo de oportunidades para seu crescimento profissional e pessoal. A vaga que temia não conseguir, transformou-se no emprego dos sonhos.

— Eu amo trabalhar com ciência de dados. Mas, eu nunca mais vou aceitar trabalhar em uma empresa que não tenha diversidade e inclusão como valores. Enquanto eu puder ter essa opção, com certeza não vou mudar. Eu quero, no mínimo, uma Loft para mim — finaliza.

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A Loft possui planos de carreira estruturados que focam no desenvolvimento pessoal e profissional dos seus colaboradores. Preocupada em construir um ambiente diverso, a empresa se mantém atenta às principais demandas sociais e busca criar um ambiente que preze pela diversidade.

Se você se identificou com a cultura e os valores da Loft, acesse o site e conheça as vagas disponíveis!

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