Cultivo de ostras e mariscos é proibido em Palhoça por excesso de toxina

São necessários dois resultados positivos para a diminuição da substância para que as áreas sejam liberadas novamente

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Ingerir moluscos com essa substância em excesso pode causar ocasionar vômito e diarreia (Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom)

O cultivo de moluscos realizado na Enseada do Brito, Maciambu, Praia do Cedro e Pontal, em Palhoça, foi interditado nesta sexta-feira (01). Uma concentração acima do permitido da ficotoxina Ácido Okadaico foi identificada na região.

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Quando consumida por seres humanos, a substância pode ocasionar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia. Nessas áreas, está proibida a retirada e comercialização de ostras e mexilhões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

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A interdição foi anunciada pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, que afirmou que os locais de produção interditados serão liberados após dois resultados consecutivos demonstrando que os moluscos estão aptos para o consumo.

De acordo com a secretaria, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) intensificou as coletas para monitoramento das áreas de produção de moluscos interditadas e arredores. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição.

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