Aras defende liberação de cultos: “Estado é laico, as pessoas, não”

PGR defendeu a permissão de práticas religiosas presenciais, alegando que, além da ciência, a fé "também salva vidas"

Compartilhe:

Augusto Aras (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

No julgamento sobre a proibição de cultos e missas na pandemia, no Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que “o Estado é laico, mas as pessoas, não”. Ele defendeu a permissão de práticas religiosas presenciais, alegando que, além da ciência, a fé “também salva vidas”.

Continua após a publicidade

> Quer receber notícias por WhatsApp? Inscreva-se aqui

“As pessoas têm o direito de professar sua fé, direitos e garantias são postos em defesa do cidadão contra o Estado e não em favor do Estado contra cidadãos. A ciência salva vidas, a fé também. Fé e razão, que estão em lados opostos no combate à pandemia, aqui nesse debate, caminham lado a lado em defesa da vida e da dignidade humana, abrangendo a saúde física, mental e espiritual”, afirmou.

Continua após a publicidade

Na semana passada, Aras defendeu a liberação das cerimônias em todo o país, com a adoção de distanciamento.

Leia mais no Metrópoles, parceiro do NSC Total.

*Por Thayná Schuquel

Leia também:

Continua após a publicidade

> SC confirma primeiro caso de reinfecção por coronavírus

> Efeito alargamento: Balneário Camboriú terá o metro quadrado mais caro do país

Continua após a publicidade

> Como é o carro de R$ 3 milhões comprado por Gusttavo Lima em Balneário Camboriú