Catarinense cria aplicativo que recompensa quem ajuda os outros

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Catarinense Manuela Schmidt Silva criou o aplicativo que recompensa pessoas que ajudam os outros (Foto: Divulgação)

Ela passou por sérios desafios na vida, sentiu na pele a necessidade de uma rede de apoio e, com base em sua experiência, decidiu expandir essa ideia para ajudar pessoas por todo o Brasil. Falo da publicitária catarinense, de Blumenau, Manuela Schmidt Silva, que criou um aplicativo brasileiro que recompensa quem colabora com alguém: o Happy Help.

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Como tudo começou

Manuela morava na Espanha, longe da família, quando o marido, de origem inglesa, descobriu que estava com um câncer raro. O casal se viu sem qualquer tipo de apoio – e mais: com uma filha de um ano e meio precisando de cuidados. Seu marido morreu em pouco tempo – apenas três meses depois. E foi a partir dessa experiência dolorosa que nasceu a ideia, que começou a tomar forma assim que Manuela voltou ao Brasil: como facilitar a formação de rede de apoio, para que se possa oferecer e pedir ajuda?” 

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Nascia então o Happy Help, um aplicativo que permite que usuários ofereçam auxílio para as mais diversas atividades, como aulas de música e até mesmo passeio com cachorro. Em troca, esse usuário recebe moedas dentro dessa plataforma própria da empresa. Ou seja: ao ajudar pessoas, o usuário também sai ganhando.

Moedinha de troca

Com três meses de funcionamento, o Happy Help está disponível na Apple Store, na Play Store e, ainda, pelo site: https://www.happyhelp.com.br/.

Para usar a plataforma, é preciso apenas se cadastrar gratuitamente e, depois, começar a oferecer seus conhecimentos e talentos, além de buscar ajuda com aquilo que necessita. 

Cada vez que o usuário colaborar com alguém, ele ganha Happy Coins, a moedinha interna do app, para usufruir da plataforma. Cada vez que pedir ajuda para alguém, paga com moedinhas. 

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“Por exemplo: eu ajudo alguém com marketing digital, recebo Happy Coins por compartilhar meu conhecimento, e uso esses Happy Coins para aprender inglês”, conta Manuela. 

“Já temos ofertas de ajuda em áreas muito diversas, de disponibilidade de uma conversa amigável até mentoria de carreira. Essas trocas podem ser virtuais ou presenciais, fica à critério dos usuários. Os principais interesses declarados pelos usuários são: crescimento pessoal (76%), aprendizado (72%), negócios (71%), saúde e bem-estar (70%) e viagens (64%).

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Conectando negócios

Além do usuário final como foco das atividades, a Happy Help também conta com uma ferramenta B2B de marketing de experiência, onde realiza parcerias com empresas e profissionais, conectando negócios aos seus usuários. Nesse caso, as pessoas que compartilham dicas de estabelecimento que visitou em suas redes sociais, como Instagram e Facebook, automaticamente todos os usuários da Happy Help passarão a conhecer também.

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