Autor de ataque a creche em Blumenau é transferido após relatório da inteligência

Ida do assassino a São Cristóvão do Sul, no Meio-Oeste, foi motivada por "questões de segurança"

Compartilhe:
Penitenciária de São Cristóvão do Sul

(Foto: Deap, Reprodução)

O assassino preso por matar quatro crianças na creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau, foi transferido de unidade. Ele estava na Penitenciária Industrial da cidade, localizada na Ponta Aguda, desde o dia do crime, mas um relatório do serviço de inteligência da Secretaria de Administração Prisional motivou a mudança para São Cristóvão do Sul, no Meio-Oeste de Santa Catarina.

Continua após a publicidade

Receba notícias de Blumenau e região direto no WhatsApp

Não foram divulgados detalhes sobre o teor do relatório, apenas de que a transferência ocorreu por “questão de segurança”. Vale lembrar que o assassino já não havia sido encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau — para onde vão os detentos que aguardam julgamento — justamente por isso. Na época a alternativa encontrada pelo Departamento de Administração Prisional foi levá-lo para a penitenciária do município.

Continua após a publicidade

Relembre o caso

O crime ocorreu em 5 de abril, há quase um mês, no Centro de Educação Infantil Cantinho Bom Pastor, localizado na Rua dos Caçadores, bairro Velha, em Blumenau. Um homem de 25 anos invadiu a creche e matou quatro crianças.

O assassino chegou em uma moto, pulou o muro e atacou com uma machadinha as crianças que estavam em um parque nos fundos da unidade. Ele foi preso na sequência ao se entregar no Batalhão da Polícia Militar.

As crianças assassinadas durante o ataque a creche em Blumenau foram identificadas como Bernardo Cunha Machado, de 5 anos, Bernardo Pabst da Cunha, 4, Larissa Maia Roldo, 7 e Enzo Marchesin Barbosa, 4.

Leia também

VÍDEO: Polícia detalha rota de assassino e esclarece ataque a creche com 4 mortos em Blumenau

Continua após a publicidade

Autor de ataque a creche em Blumenau revelou crime a amigo semanas antes, diz polícia

Assassino de alunos em Blumenau queria atacar creches perto de casa, mas “muros eram altos”