A construção civil em Camboriú, no Litoral Norte, está voando em céu de brigadeiro. A cidade tem crescido de forma consistente – um “efeito colateral” de uma vizinhança de peso: Balneário Camboriú, Itapema e Itajaí, três cidades que estão no topo do ranking nacional de valorização imobiliária.
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Nos últimos dois anos, segundo dados da Secretaria Municipal de Planejamento, a vertiginosa construção de apartamentos resultou em 740 mil metros quadrados entregues – um salto de quase 70% em comparação com os anos de 2020 e 2021. Este ano terminará com 350 mil novos metros quadrados construídos.
A explicação é simples: as cidades no entorno têm cada vez menos espaço, e terrenos cada vez mais caros. O aumento das construções em Camboriú é uma consequência natural, ampliada pelo grande potencial da cidade para o ecoturismo e o turismo rural.
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Um exemplo recente é o edifício Princess Tower, entregue pela Boeira Construtora – aposta em mercado imobiliário do multi-empresário Reginaldo Boeira, que está à frente de negócios em outros setores como a KNN, uma das maiores redes de franquias de idiomas do Brasil, .
Quando as obras iniciaram, em 2021, os apartamentos no Princess Tower eram vendidos a partir de R$ 420 mil. Hoje, estão avaliados em R$ 780 mil. A obra foi entregue na última sexta-feira (8) com quase 100% dos imóveis vendidos – há apenas dois disponíveis, incluindo um apartamento diferenciado com 110 metros quadrados, avaliado em R$ 1,2 milhão.
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A expectativa é que a valorização continue em alta em Camboriú, na esteira de investimentos públicos em infraestrutura. Entre as obras previstas está o novo acesso do Binário da Avenida Santa Catarina, que tem R$ 60 milhões aprovados em financiamento, e atrações ecológicas como o Parque Linear Rio Peroba.
Projeto do Princess Tower:









