Ministério muda recomendação, e vacina contra o HPV terá dose única; entenda como fica em SC

Crianças e adolescentes que receberam apenas uma dose da vacina já podem ser considerados imunes ao HPV

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Nota técnica foi enviada ao Estados nesta terça-feira (2) (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)

A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) no Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ser feita em apenas uma dose. A mudança começa a valer ainda nesta terça-feira (2), e Santa Catarina deve seguir a recomendação. Até então, a vacinação era feita em duas doses.

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— A partir da publicação, as pessoas que receberam uma dose já estão plenamente vacinadas e não precisarão receber a segunda — reforçou o diretor do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

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A vacina usada no novo esquema na rede pública permanece sendo o imunizante quadrivalente do Instituto Butantan. Ela protege contra quatro subtipos de HPV associados ao câncer de colo de útero.

Crianças e adolescentes com idade entre 9 e 14 anos que receberam apenas uma dose da vacina contra o HPV passam a ser classificados pelo Ministério da Saúde, a partir de agora, como plenamente vacinados, conforme o diretor do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

Cobertura vacinal em Santa Catarina

Existem mais de 200 tipos de HPV, mas quatro deles são mais frequentes e causam a grande maioria das doenças relacionadas à infecção, que podem causar desde verrugas até cânceres. Os HPV dos tipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero; os tipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.

Em Santa Catarina, a cobertura vacinal é maior entre as mulheres:

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  • Masculino: 65,2%
  • Feminino: 81,24%

Público-alvo da vacinação

A vacina está disponível, através do SUS, para:

  • Meninas e meninos de 9 a 14 anos;
  • Mulheres e homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos.

Os menores de idade não necessitam de autorização ou acompanhamento dos pais nos postos de saúde. É preciso apresentar um documento de identificação ou a carteira de vacinação.

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*Com informações da Agência Brasil.

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