Entenda como ameaças de Trump turbinam a aprovação de líderes dos países “rivais” dos EUA

Líderes de México, Canadá, Reino Unido, Ucrânia e França passaram a ter uma aprovação maior após serem alvos dos EUA

Compartilhe:
Entenda como ameaças de Trump turbinam a aprovação de líderes de países rivais dos EUA

Trump faz popularidade de países "rivais" crescer (Foto: Casa Branca, Facebook, Reprodução)

A postura agressiva de Donald Trump, com medidas que geram impactos diretos na política global, tem influenciado na popularidade dos líderes dos países “rivais” dos Estados Unidos, como é o caso do México e do Canadá. Em dois meses de governo, o republicano impôs tarifas, fez ameaças comerciais e causou pressões diplomáticas para os países vizinhos. As informações são do g1

Continua após a publicidade

Clique aqui para receber as notícias do NSC Total pelo Canal do WhatsApp

O Canadá e o México foram ameaçados com tarifas de 25% sobre todos os produtos importados para os Estados Unidos. A medida deve passar a valer em 2 de abril. Trump também afirmou que pretende taxar os produtos europeus em 25% e acusou a União Europeia de tirar vantagem dos americanos.

Continua após a publicidade

Já com a Ucrânia, o presidente condicionou a manutenção do apoio americano na guerra à assinatura de um acordo que permitiria os Estados Unidos explorar minérios ucranianos.

Quem é Donald Trump, bilionário da TV que lidera extrema direita e voltará à Casa Branca

Popularidade cresce

No México, a aprovação da presidente Claudia Sheinbaum subiu 5 pontos percentuais em uma pesquisa divulgada no início de março e chegou aos 80%. No Canadá, o Partido Liberal de Justin Trudeau voltou a subir nas pesquisas e ultrapassou o Conservador. 

Na Europa, segundo os levantamentos mais recentes, as aprovações do presidente francês, Emmanuel Macron, e do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também aumentaram. Na Ucrânia, o apoio ao presidente Volodymyr Zelensky cresceu 10 pontos percentuais após o início do governo Trump. 

Continua após a publicidade

Victor Del Vecchio, mestre em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo (USP), diz que estamos vivendo uma nova configuração da ordem global. 

— Estamos diante de uma nova configuração da ordem global, na qual uma das principais características é a ruptura do grau de aliança e dependência estabelecido entre a Europa e os Estados Unidos — diz.

Continua após a publicidade

Leia mais

Quem são os ministros da 1ª Turma do STF, que decidirão futuro da denúncia contra Bolsonaro

Entenda por que quase 200 mil eleitores de SC podem ter os títulos cancelados em 2025