Moraes pede sessões extras para julgamento de Bolsonaro

Inicialmente, as sessões estavam marcadas para terça (9), quarta (10) e sexta-feira (12)

Compartilhe:
Moraes foi primeiro a se manifestar no julgamento de Bolsonaro (Foto: Antonio Augusto, STF)

Moraes é relator do caso da trama golpista (Foto: Antonio Augusto, STF)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma, que sejam realizadas sessões extras para o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) na trama golpista. A Primeira Turma é a responsável pelo julgamento do caso. As informações são de O Globo e g1.

Continua após a publicidade

A princípio, as sessões estavam marcadas para terça-feira (9), pela manhã e pela tarde; quarta-feira (10), pela manhã; e sexta-feira (12), pela manhã e pela tarde.

O pedido feito por Alexandre de Moraes, relator do caso, para Zanin, é que sejam agendadas sessões também na quinta-feira (11), que devem ocorrer na parte da manhã e na parte da tarde.

Continua após a publicidade

“Solicito ao Excelentíssimo Presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin, o agendamento de novas sessões complementares para a realização do julgamento, a serem realizadas na quinta-feira, dia 11/9/2025”, escreveu Moraes no pedido feito nesta sexta (5).

Julgamento de Bolsonaro

O julgamento do núcleo crucial da trama golpista começou nesta semana, e aconteceu em dois dias: na terça (2) e na quarta-feira (3). As sessões iniciaram com a leitura do relatório do processo, seguido da acusação, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e das falas dos advogados dos réus.

Na próxima semana, terá início a etapa dos votos dos ministros da Primeira Turma. O primeiro a votar será Moraes, por ser relator da ação penal. A previsão é que o voto dele ocupe toda a sessão da manhã de terça-feira. Depois votam Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Quem são os réus

Leia também

Delação, provas e condutas de Moraes são questionadas em 2º dia de julgamento de Bolsonaro

Continua após a publicidade

Prisão e inelegibilidade: o que pode acontecer com Bolsonaro após julgamento