Morar na “pobreza” com IDH de 0,970: como vive a classe baixa na Suíça

Entenda por que vídeos nas redes sociais comparam bairros de Basileia a favelas e conheça a realidade local

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Descubra como funciona a estrutura urbana em uma das cidades mais ricas da Suíça e o impacto da migração (Foto: Reprodução YouTube)

Descubra como funciona a estrutura urbana em uma das cidades mais ricas da Suíça e o impacto da migração (Foto: Reprodução, YouTube)

Basileia se destaca como um dos motores econômicos da Suíça, sendo famosa por sua riqueza cultural e organização urbana. 

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Recentemente, vídeos na internet rotularam alguns de seus bairros populares como “favelas”, gerando surpresa internacional. 

No entanto, o conceito de carência social na região segue parâmetros muito elevados e diferenciados. Mesmo nas áreas consideradas mais simples, o poder público assegura serviços eficientes.

Bem-estar social 

Viver em um bairro popular de Basileia não significa perder o acesso ao conforto ou à segurança pública. O governo garante saúde e educação de qualidade para todos os cidadãos, independentemente da renda familiar ou do endereço.

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A Suíça ostenta o segundo maior IDH do mundo, com o índice impressionante de 0,970. 

Isso reflete políticas públicas que combatem desigualdades e protegem os grupos economicamente mais vulneráveis de forma contínua e eficaz.

Rotina urbana em uma zona estratégica

Basileia fica no noroeste da Suíça, em uma posição privilegiada entre as fronteiras da França e da Alemanha. O rio Reno corta a cidade, que brilha como um polo de arte e cultura reconhecido internacionalmente.

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Nos bairros fronteiriços como Klybeck, a ocupação é mais densa e os apartamentos são mais numerosos. Isso resulta em ruas movimentadas e uma convivência diária muito mais vibrante e intensa para os seus moradores locais.

Habitação segura com presença do governo

Apesar de eventuais pichações nas paredes, não existe precariedade estrutural real nesses conjuntos habitacionais suíços. O Estado fiscaliza rigorosamente a limpeza e a manutenção dos prédios, muitos destinados a acolher refugiados e trabalhadores.

O termo “favela” surge apenas como uma provocação infundada nas redes sociais. 

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Não há construções irregulares ou falta de saneamento, pois o governo oferece diversos subsídios à moradia e mantém uma fiscalização técnica constante.

Diversidade e integração econômica regional

A população dessas áreas é rica em diversidade, com muitos imigrantes de origens variadas vivendo em harmonia. Turcos e latino-americanos buscam ali trabalho e encontram uma rede de apoio governamental muito sólida e eficiente.

Além disso, a localização facilita as compras nos países vizinhos para economizar dinheiro vivo no fim do mês. Como o franco suíço é caro, atravessar a fronteira para comprar em euros ajuda muito no orçamento doméstico.

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