Foi uma atuação desastrosa do Figueirense na estreia do chamado “quadrangular da morte”. A partir da escalação, com escolhas equivocadas do técnico estreante. Márcio Zanardi saiu com três volantes, resgatando a dupla Flávio e Rafinha Potiguar, inventou um time com linha de três na defesa, em que Ezequiel se juntava aos dois zagueiros, e colocou Bolt aberto pela direita. Um time torto e desfigurado.
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Com Zanardi, Figueirense sai praticamente do zero
Uma bagunça generalizada, que não podia dar certo. Zanardi chegou ao Figueirense dizendo que o time estava sem confiança e era “hora de simplificar”. Foi tudo que ele não fez. Ele complicou e piorou o que já estava ruim. E o Figueirense foi derrotado pelo frágil Carlos Renaux, que jogou um tempo inteiro com um atleta a menos, mas correu mais e lutou muito mais em campo. O time de Brusque mereceu a vitória e teve chances para fazer mais.
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O que estava ruim ficou muito pior para o Figueirense. Zanardi mostrou que não conhece os jogadores e onde está pisando. E a derrota na abertura do quadrangular vai gerar uma pressão enorme e no nível de insuportável e coloca verdadeiramente em risco a permanência do Figueirense na elite estadual.












