O desaparecimento do bancário Vinicius Valente, de 30 anos, completou 1 mês neste domingo (6) em Florianópolis. Neste período, a família se mobilizou para sair de São Paulo e acompanhar as buscas em Santa Catarina, assim como o trabalho de investigação da Polícia Civil avançou, com a quebra de sigilo bancário do homem. No entanto, desde aquele dia 6 de agosto, ainda não há respostas sobre o paradeiro de Vinicius.
Era uma quinta-feira quando Vinicius saiu de um hostel na região da Lagoa da Conceição. Ele havia chegado em Florianópolis no dia 2 de agosto, de férias, afirmando para a família que encontraria um amigo na capital catarinense. No entanto, a família não sabe quem é essa pessoa e se Vinicius realmente a conhecia.
No dia anterior de sua saída da hospedagem, Vinicius conversou com pessoas que trabalham na recepção do local e afirmou a elas que o amigo não o acolheu na casa dele como combinado. Além disso, também não conseguia contato com ele. No dia 6, um dia antes do check-out combinado e pago previamente, o bancário saiu da hospedagem afirmando que teria conseguido conversar com esse amigo.
O NSC Total vem acompanhando o caso e mantém conversas com familiares e amigos de Vinicius para saber se há novidades sobre o paradeiro do bancário. No entanto, a angústia fica evidente em cada mensagem de pessoas próximos a Vinicius: ainda não há qualquer resposta sobre onde o bancário poderia estar.
Para ajudar na divulgação do caso, a família também criou um perfil em um rede social. Neste domingo, quando o desaparecimento completou um mês, os amigos deixaram claro que não há novas informações a serem compartilhadas.
“Cada dia sem notícias aumenta a angústia da família, dos amigos e de todos que acompanham o caso”, escreveram.
Veja fotos de Vinicius
Quebra de sigilo bancário
A Justiça catarinense autorizou a quebra de sigilo bancário de Vinicius. Segundo a polícia, foram feitas representações à Justiça para obtenção de dados operacionais e financeiros, as quais já foram deferidas. Agora, a equipe da Delegacia de Desaparecidos aguarda os laudos e relatórios de inteligência para prosseguir com a investigação.
Desde o dia 6, Vinícius não recebe mais ligações no celular. Do dia 10 de agosto em diante, as mensagens não chegam mais ao telefone dele, o que significa que ele não está mais conectado a uma rede wi-fi. Segundo os funcionários do hostel, que conversaram com um primo do bancário, Vinícius saiu do local apenas uma mochila pequena.
A família afirma que não sabe quem é esta pessoa com quem Vinícius se encontraria. Para tentar mais agilidade no caso, os familiares também registraram um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento dele tanto em São Paulo quanto em Santa Catarina.
No boletim de ocorrência registrado pela família, consta que hospitais particulares e públicos foram consultados para saber se ele deu entrada em alguma unidade de saúde, mas nenhum atendimento foi identificado. O Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis também não registrou nenhuma entrada compatível com as características do bancário.
Ao NSC Total, uma amiga de Vinícius também contou que não há registro do bancário no sistema de reconhecimento facial de monitoramento de Florianópolis desde o dia 6 de agosto, quando ele desapareceu.




