Grande Florianópolis é a única região do Estado onde não avançam construções de novos presídios

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Sistema prisional de Santa Catarina precisa de vagas (Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa Catarina)

A Grande Florianópolis é a região do Estado onde a secretaria de Administração Prisional enfrenta maior dificuldade para diminuir a lotação das cadeias. A informação é do secretário da pasta, Leandro Soares Lima. O projeto mais avançado é o do presídio de Biguaçu, que será refeito em outro local. Novas vagas, por enquanto, sem perspectiva.

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Com o começo de gestões municipais, o Estado vai retomar as conversas com as cidades para novas tentativas de construção. A intenção da secretaria era criar vagas em Imaruí, que apesar de ser no Sul do Estado atenderia também a região da Capital, São José e Tijucas. Nos três casos há processos de conciliação em andamento na Justiça Federal. A expectativa da secretaria é que as conversas voltem a andar neste ano

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Reforço e abertura de unidade

Começam a trabalhar nos próximos dias 327 policiais penais. A nova nomenclatura substitui o cargo que era de agentes prisionais com a criação da Polícia Penal em Santa Catarina. O novos servidores vão ajudar a reforçar o quadro de cadeias que tiveram ampliações recentes.

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Um dos grandes problemas do sistema prisional catarinense é que há presídios prontos, mas faltam pessoas para trabalhar. Segundo o secretário, porém, como foram feitas ampliações em cidades como Bumenau, Criciúma e Itajaí, os novos policiais vão reforçar o atendimento nestes locais.

Apenas o presídio de Ituporanga vai ser aberto. A unidade havia sido fechada há quase oito anos e agora passa a funcionar novamente. Outras aberturas somente vão ocorrer quando os outros 273 cargos previstos no concurso mais recentes. É o caso da unidade de segurança máxima de São Cristóvão do Sul. Ainda não há previsão para que o novo chamamento ocorra.