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    Retorno das visitas presenciais em penitenciárias de SC depende da matriz de risco para coronavírus, diz secretário

    Situação da pandemia no sistema prisional é atualizada diariamente no site do governo do Estado

    16/12/2020 - 11h15 - Atualizada em: 16/12/2020 - 11h28

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    Juliana
    Por Juliana Gomes
    Unidades prisionais adotam medidas de restrição para evitar coronavírus
    Unidades prisionais adotam medidas de restrição para evitar coronavírus
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    Nesta quarta-feira (16), não há unidades prisionais com visitas presenciais em Santa Catarina, afirmou o secretário de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa (SAP) Leandro Lima em entrevista à NSC TV. A abertura para visitas depende do mapa de risco potencial do coronavírus e de como está classificada a região em que a unidade está instalada. 

    Diariamente, a SAP divulga um boletim com a situação das penitenciárias durante a pandemia do coronavírus. 

    - Hoje, não há unidades prisionais com visitas presenciais, mas isso pode mudar, vai depender da matriz de risco. Nós mantemos as visitas virtuais, as cartas físicas estão sendo novamente entregues aos presos. No caso de ocorrência da doença, que hoje não há ninguém, as famílias são imediatamente informadas - enfatizou.  

    > Governo de SC estima vacinar menos de 40% da população em 2021 > Suspensão de visitas a presos aumenta a tensão no sistema carcerário de SC

    Em Santa Catarina, 3.152 pessoas foram diagnosticadas com a covid-19 nas unidades prisionais, segundo dados da Secretaria de Administração Prisional, e 189 casos são investigados. Três apenados e um funcionário morreram por complicações da doença.

    Desde o início da pandemia, diversas medidas sanitárias foram adotadas para evitar o contágio no sistema prisional, como a restrição a visitas presenciais.

    - O conceito de muralha sanitária que apresentou uma série de medidas de restrição de acesso, se demonstrou extremamente eficiente no combate a essa pandemia. Uma série de novos procedimentos foram adotados e isso tem feito com que tenhamos uma letalidade de 0,14%, considerando que a letalidade no Estado é de 1,02% - destacou Lima. 

    Familiares de presos fizeram um protesto na frente do Complexo Penitenciário da Agronômica nessa terça-feira (16) contra a suspensão de visitas e a falta de informações sobre o estado de saúde dos detentos. 

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