Temer usa “herança maldita” como desculpa para impopularidade

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O Palácio do Planalto colocou em campo uma nova estratégia de comunicação, na ânsia de tentar resgatar a popularidade pífia do presidente Michel Temer. Nos vídeos divulgados até agora nas redes sociais, atores reclamam da herança maldita.

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Em resumo, afirmam que o cidadão ainda não sentiu os efeitos da melhoria dos indicadores na economia porque a crise era grande quando o emedebista assumiu, há dois anos, e a retomada é um processo demorado. Mas esquecem de citar que o desemprego continua em alta e fatos práticos da vida, como o aumento do combustível, pesam no bolso. Além da economia, Temer também enfrenta desgaste em razão das investigações envolvendo suspeitas de corrupção. Vale lembrar que o presidente perdeu capital político no Congresso, depois das negociações envolvendo o sepultamento de duas denúncias da Procuradoria-Geral da República.

Apesar do clima eleitoral, Temer e seus aliados não podem se comportar como quem aterrissou de paraquedas no Palácio do Planalto. Ou alguém esqueceu que Temer foi vice de Dilma Rousseff?

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Agrotóxicos

O deputado Valdir Colatto (MDB-SC) acusa a oposição de fazer terrorismo quando o assunto é o projeto que regula a lei dos agrotóxicos. À coluna, o parlamentar garantiu que a ideia não é flexibilizar o controle do uso do produto no país, mas sim agilizar a liberação dos processos que passariam a ser informatizados e continuariam sendo feitos por um colegiado formado pelo Ministério da Saúde pela Anvisa e pelo Ibama:

– Todos vão sair daqui e vão comer produtos tratados com defensivos agrícolas liberados pela Anvisa. E não vão morrer não, vão viver mais, vão ficar bem gordinhos – ironizou o deputado.

 

Colatto e Maldaner

Os emedebistas Valdir Colatto e Celso Maldaner estão entre os parlamentares que protocolaram requerimento para retirada de assinatura da lista de criação da CPI da Lava-Jato. Assim como os demais que assinaram proposta apresentada por deputados do PT, eles alegam que não são contra delação premiada e que o objetivo da comissão não estava claro no documento.

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Habeas corpus de Lula

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga na próxima terça-feira habeas corpus do ex-presidente Lula (PT), mas a sessão não será transmitida ao vivo. Isso porque os julgamentos nas 1ª e 2ª Turmas só podem ser gravados para reprodução de trechos posteriormente. Apenas as sessões do pleno, que contam com todos os ministros, são transmitidas ao vivo.

 

Frase

“Emendo o diálogo e entendimento entre os partidos de centro e tenho a convicção que juntos levaremos o Meirelles para o segundo turno e depois para a vitória. O Brasil necessita disto. Temos que avançar”.

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Do presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (RR), defendendo a candidatura de Henrique Meirelles à presidência da República.

 

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