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O olhar de Santa Catarina no dia a dia da política nacional. O que acontece em Brasília e os feitos no Estado das decisões tomadas na capital do país.

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Ceará, um alerta para Moro

Por Carolina Bahia

15/01/2019 - 05h00

Ceará vem sofrendo com ataques criminosos desde o começo do ano. Até segunda-feira à tarde, foram 204 – uma média de 15 por dia – entre veículos incendiados, ataques a prédios públicos e pontes explodidas. Os crimes são uma resposta de facções à decisão do governo estadual de adotar medidas rígidas na fiscalização das penitenciárias. Até então, as unidades eram divididas por grupos criminosos, que tinham regalias, como acesso total a celulares.

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Armar o cidadão não combate o crime

Por Carolina Bahia

12/01/2019 - 06h00

O presidente Jair Bolsonaro está prestes a cumprir uma de suas promessas de campanha com a edição, nos próximos dias, do decreto que irá flexibilizar a posse de armas.

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O vaivém do governo Bolsonaro

Por Carolina Bahia

11/01/2019 - 05h00

A segunda semana de governo Jair Bolsonaro vai terminando e uma marca, negativa, tem se destacado: o recuo em decisões importantes. E o vaivém que mais chamou a atenção envolveu justamente o presidente ao afirmar que assinou um decreto para aumento de impostos.

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Frustração: medidas prioritárias não são anunciadas pelo governo

Por Carolina Bahia

09/01/2019 - 05h00

Ao final da segunda reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro, a expectativa de anúncios de medidas prioritárias do governo foi novamente frustrada. Formalmente ninguém falou após o encontro de terça-feira. Além de Bolsonaro ter indicado que técnicos deveriam evitar entrevistas, o peso da reportagem de Zero Hora sobre o uso de notas em série pelo ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) também era apontado como um dos motivos do silêncio.  O general Augusto Heleno (GSI) falou informalmente sobre a reunião, que cada ministro apresentou um “pouquinho” do seu trabalho e que “nada foi falado” sobre reforma da Previdência. No final do dia, surgiram algumas pistas sobre mudanças no regime previdenciário. O ministro Paulo Guedes (Economia) admitiu que o projeto tenha um regime de capitalização, ao qual o próprio trabalhador possa aderir  para, assim, garantir sua aposentadoria. Agora já se fala que a proposta em si deve ser apresentada apenas em fevereiro, quando deve ser enviada ao Congresso. Enquanto isso, o brasileiro vai recebendo a conta-gotas as informações sobre como será a sua aposentadoria. Sistema S O ministro da Cidadania, Osmar Terra, pretende discutir com a área econômica os cortes prometidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no Sistema S. Terra pretende oferecer cursos técnicos do Senac e do Sesi, por exemplo, para jovens do Bolsa Família de 18 a 24 anos. A ação é vista como incentivo para que beneficiários desta faixa etária entrem no mercado de trabalho e deixem o programa federal. Bloco de oposição O PT ainda não fechou questão sobre quem irá apoiar na corrida à presidência da Câmara. A decisão só deve ocorrer após a reunião que o partido irá realizar no dia 14. O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, defende que a oposição feche um bloco com a participação do PSOL, PCdoB, PSB e PDT, além do PT. Frase Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco foi escolhido por ele para sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados. – General Hamilton Mourão, vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, ao comentar a promoção que seu filho teve no Banco do Brasil. O salário de Rossel Mourão passou de R$ 12 mil para cerca de R$ 30 mil.

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(Foto: Reprodução) Onyx ao chegar no ministério da Economia para reunião com Paulo Guedes

Vídeo: Onyx leva bombons para Paulo Guedes

Por Carolina Bahia

08/01/2019 - 18h19

Os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia) tem sido alvo de especulações sobre as divergências entre os dois, numa clara divisão entre o núcleo político e econômico do governo Bolsonaro. O presidente, inclusive, já teve que intervir a ponto de pedir uma maior coesão entre os dois. Os dois ministros negam que há divergência.

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Bolsonaro e as armadilhas das redes sociais durante o mandato

Por Carolina Bahia

08/01/2019 - 05h00

*Por Silvana PiresO presidente Jair Bolsonaro sempre soube usar muito bem as redes sociais para falar diretamente com seu público. O que mudou agora é que suas declarações têm um peso ainda mais forte, afinal é o mandatário do país. Suas postagens estão sob o escrutínio de todos, não existe mais apenas apagar uma mensagem e ela deixar de existir. Foi o que ocorreu na polêmica envolvendo o contrato anual de aluguel de carros para o Ibama, em torno de R$ 30 milhões.Ao retuítar uma mensagem do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) sobre o assunto, Bolsonaro comentou que seu governo está “desmontando rapidamente montanhas de irregularidades”. Por mais que seja importante encontrar o que está errado e arrumar a casa, o presidente precisa ter certeza de que há mesmo algum problema para então se manifestar. A julgar pela rapidez com que apagou a mensagem, esse não era o caso.Ao comentar a confusão envolvendo aumento do IOF e mudanças na tabela do IR, o ministro general Augusto Heleno (GSI) lembrou que o peso nas costas do presidente é muito grande e que ele acaba ouvindo muita coisa, sem ter tempo de conferir “se o que ele ouviu está valendo ainda”. Se é isso que está realmente acontecendo a situação é ainda mais complicada.É bom lembrarmos que uma declaração do presidente, mesmo que com a melhor das intenções, pode provocar a disparada do dólar, a queda da Bolsa, por exemplo. Bolsonaro hoje não pode mais se dar ao luxo de publicar uma declaração e deletá-la depois. Todas as suas falas são, sim, uma posição de governo.  DENATRANUma das prioridades do novo diretor do Denatran, Jerry Adriane Dias Rodrigues, será ampliar a troca de informações entre municípios, Estados e União. Hoje nem sempre os dados dos motoristas, por exemplo, estão disponíveis em todos os bancos de dados do país. LEI ROUANETEntre as mudanças na Lei Rouanet analisadas pelo Ministério da Cidadania, responsável pela área da Cultura, estão a redução do teto anual de R$ 60 milhões em projetos apresentados por uma mesma empresa, o aumento de 10% para 40% na oferta de ingressos gratuitos por espetáculo e maior estímulo para a participação das regiões Norte e Nordeste, além de criar uma ferramenta que ateste a “qualidade” das propostas.FRASENão teve rusga nenhuma, nem rusga, nem carrinho por trás, nem tesoura voadora, não teve nada. Hoje de manhã se encontraram aí, best friends, não tem essa história. – General Augusto Heleno, ministro do gabinete de segurança institucional ao comentar a relação entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia).

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Governo Bolsonaro precisa enfrentar uma guerra de cada vez  

Por Carolina Bahia

05/01/2019 - 05h00

A cartilha da política em Brasília ensina que um novo governo, se quiser ter sucesso no Congresso, deve enfrentar uma guerra de cada vez. Isso quer dizer que o presidente Jair Bolsonaro terá que escolher entre a batalha da reforma da Previdência e a cruzada contra a Justiça do Trabalho, ou qualquer flexibilização dos direitos trabalhistas que dependa de votação no parlamento. 

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O papo reto de Guedes  

Por Carolina Bahia

03/01/2019 - 04h00

Para quem ainda não entendeu, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não poderia ser mais explícito: controle de gastos públicos e uma profunda reforma da Previdência são prioridades absolutas. Daqui para frente, medidas bastante duras e impopulares serão apresentadas em nome da retomada do crescimento. Primeiro, serão decretos, como o aperto na concessão da aposentadoria rural. A partir de fevereiro, a reforma completa será enviada ao Congresso.

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