*Por Larissa Linder
A desoneração da folha de pagamento, política da gestão Dilma Rousseff, é ineficiente, concluiu um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado neste mês. A medida permitia que empresas de diversos setores deixassem de recolher contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha e passassem a pagar de 1% a 2% sobre o faturamento.
Os objetivos eram gerar empregos e aumentar a competitividade internacional das companhias brasileiras, ao custo de renúncia fiscal. À época, foi fortemente comemorada por empresários, muitos dos quais se queixam, hoje, da ruína fiscal do país. No ano passado, o Ministério da Fazenda propôs a reoneração por meio de projeto de lei, que tramita na Câmara dos Deputados.
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