O Criciúma entrou no campeonato como grande favorito e estava muito à frente da concorrência. Isso ficou claro nas partidas iniciais da temporada, que foram as vitórias sobre o Marcílio Dias, por 2×0 na Recopa, e a goleada em cima do Figueirense, 4×1, na abertura do estadual. Foi quando escrevi que o Criciúma ainda estava à procura de um rival para a temporada. Já não é mais assim. e não somente porque os rivais apareceram.
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Vieram partidas em que o time foi bem, mas que entrou num modo conforto. Contra o Hercílio Luz, ainda na primeira fase, fez 2×0 em 27 minutos e simplesmente parou de agredir o adversário, jogando somente em contra-ataques e criando pouco. A primeira derrota chegou, contra o mesmo Marcílio da Recopa, e deixou o aviso.
Com um time base muito bom e muito entrosado, o Tigre deixou transparecer carências de grupo. Das contratações, somente o zagueiro Wilker Angel se firmou. Fellipe Mateus segue sendo o grande maestro e Éder o diferencial. Quando eles estão em campo, o Criciúma está muito forte. Quando não estão, há problemas…
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Marquinhos Gabriel começou o campeonato voando, com excelentes atuações, mas, assim como o time, já não tem mais o mesmo desempenho. O goleiro Gustavo tem sido destaque nas últimas partidas. Foi o herói na Copa do Brasil e na eliminatória diante do Hercílio. Isso diz alguma coisa.
Outro problema é a quantidade de cartões vermelhos do Tigre de Claudio Tencati. Foram sete na primeira fase. O tricolor do sul do estado ainda é o que mais teve expulsões na competição, o que representa e comprova alguma instabilidade de grupo.
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Na semifinal contra o Barra, o Criciúma ainda é bem favorito. O Barra segue como zebra e se passar à final vai fazer o que ninguém imagina (ou alguém aposta mais no Barra do que no Criciúma?). Mas a realidade é que, pelo seu rendimento, que já não é mesmo, e pelo crescimento, principalmente do Avaí, o Criciúma já não sobra em relação à concorrência como no início da temporada.












