Fernando Diniz entre o entusiasmo, a vaia e a pipoca na Seleção Brasileira

Brasil enfrenta o Uruguai na noite desta terça-feira pela quarta rodada das Eliminatórias Sul-americanas

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Técnico interino da Seleção, Fernando Diniz começa a conviver com as pressões do cargo (Foto: Vitor Silva/ CBF)

Técnico interino da Seleção, Fernando Diniz começa a conviver com as pressões do cargo (Foto: Vitor Silva/ CBF)

Não há dúvidas que entre a goleada diante da Bolívia, a vitória burocrática diante do Peru, e o empate com a Venezuela, que foi um vexame, o primeiro grande jogo e desafio da Seleção Brasileira com Fernando Diniz é nesta terça, fora de casa, contra o Uruguai.

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Também não há dúvidas que não há como realmente avaliar o trabalho de Fernando Diniz. Pelo simples fato de que ainda não estão formadas as bases deste trabalho. Mas dá pra criticar fortemente a atuação horrorosa contra a Venezuela, em que o time jogou aquele Neymarbol que lembrou os tempos de Dunga no comando. 

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Houve o entusiasmo da goleada sobre a Bolívia, houve o quase empate sem brilho fora de casa contra o Peru, e a vergonha contra a Venezuela, que resultou em vaias para o time e pipocas na cabeça de Neymar. E agora? O que vai ser? Difícil projetar, mas fico na expectativa.

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O ideal seria Diniz desapegar do que ficou da “Era Tite” e começar a formar a sua Seleção. E pra bem do time e do próprio jogador, desapegar de Neymar também. Como já escrevi antes aqui, e os jogos vêm comprovando, o tempo é de “dar um tempo” de Neymar.