O futebol foi o vencedor

Faraco aponta os destaques e as decepções da Copa do Mundo no Catar

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Pela segunda vez seguida (2018 e 2022), a seleção alemã foi eliminada na primeira fase da Copa do Mundo

A Copa do Mundo termina neste domingo, dia 18, com confirmações, já que duas grandes favoritas fazem a finalíssima, que são Argentina e França, mas muitos fracassos também. Gigantes estiveram no Catar e foram decepções.

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A lista começa com o mais pesado dos fracassos. A tetracampeã Alemanha nunca foi muito cotada a chegar entre as finalistas, mas pela tradição e qualidade de jogadores sempre esteve naquela sombra aos grandes favoritos da Copa. Ser eliminada na fase de grupos pela segunda vez seguida – 2018 e 2022 – coloca por terra toda aquela tese que surgiu logo depois da conquista de 2014 sobre a reestruturação do futebol alemão, que deveria ser referência mundial.

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A segunda grande decepção foi da famosa e falada “geração belga”. Os reais maiores feitos dessa geração de ouro foi ter eliminado o Brasil em 2018 e ter ficado – inexplicavelmente – por quase quatro anos no topo do ranking da Fifa. Pois a Bélgica foi um vexame no Catar. Com discussões internas e pouco futebol, também foi eliminada na primeira fase.

Passando pela Espanha, que jogou muito na estreia, quando meteu sete gols na Costa Rica, o time se mostrou incompetente para chegar às finais. Aliás, Luís Enrique, que virou “streamer” durante o Mundial, mais falou do que executou e em campo o time era simplesmente improdutivo.

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Para fechar, a nossa Seleção Brasileira. Sim, o Brasil decepcionou. Primeiro porque teve apenas alguns bons momentos em campo. O segundo tempo contra a Sérvia, na estreia, e o primeiro tempo diante da Coreia do Sul, nas oitavas de final, mais trouxeram ilusão do que mostraram realidade. E o técnico Tite acabou por demonstrar os mesmos erros de 2018. Se esperava evolução do comandante em uma segunda Copa do Mundo. Mas quando foi chamado a realizar, para reverter situação complicada, esteve inoperante.

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Mas a Copa é vencedora. O futebol foi vencedor, com gols, bons jogos e festas de torcidas maravilhosas. A primeira Copa do Oriente superou as diferenças culturais e as barreiras impostas por essas diferenças. Valeu a pena!

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