Centro de Inovação Blumenau já ficou pequeno e direção pensa em construir outro prédio

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Atual estrutura já abriga 34 empresas, mas há fila de espera (Foto: Pedro Machado)

Inaugurado há menos de um ano, o Centro de Inovação Blumenau (CIB) já ficou pequeno. Com 34 empresas abrigadas, falta lugar para interessados em ocupar o prédio de cinco andares ao lado do campus 2 da Furb, no bairro Itoupava Seca. Há fila de espera. Nesta quinta-feira (30), um dos pavimentos da estrutura de 4,1 mil metros quadrados passava por uma mudança de layout na tentativa de abrir espaço.

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Neste pouco tempo, o CIB se consolidou como catalisador de projetos e eventos de estímulo à inovação e ao empreendedorismo regional. Diante do sucesso, expandir a área física parece ser um caminho sem volta. O presidente Udo Schroeder admite a necessidade de construir um novo prédio. Se não for ao lado do que já existe, que ao menos seja nas proximidades. É naquela região que está se consolidando o Distrito de Inovação.

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— Felizmente estamos com ele todo ocupado. Esse é um bom problema para ser resolvido — diz Schroeder.

O desafio, acrescenta Schroeder, é revitalizar todo o entorno para permitir que as empresas permaneçam próximas desse ecossistema. Os projetos vinculados ao CIB têm uma espécie de deadline e podem ficar até três anos dentro da estrutura.

Ao contrário do primeiro prédio, bancado com recursos do governo do Estado e que sofreu com uma série de atrasos e burocracias ao longo das obras, a expansão física de agora deve passar pelas mãos da iniciativa privada. O mais provável é que um eventual novo prédio seja fruto de uma parceria público-privada (PPP). 

Segundo Schroeder, as conversas são iniciais e o melhor modelo ainda será definido. Ele diz, no entanto, que há gente e investidores interessados na ideia. Esse projeto de expansão poderia incluir até mesmo a restauração da antiga Casa Salinger. O imóvel, erguido ainda no século 19 como um armazém de produtos coloniais, foi comprado pela Furb em 2003.

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