O juiz Clayton Cesar Wandscheer, da 2ª Vara Cível de Blumenau, negou pedido e não autorizou que Frederico Kuehnrich Neto retomasse o cargo de diretor-presidente da Teka. O empresário está afastado das funções desde agosto, por decisão judicial.
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O magistrado reiterou ainda que a decisão vale, inclusive, para as outras empresas que formam o grupo Teka.
A situação é delicada na tradicional empresa têxtil de Blumenau. Em recuperação judicial desde 2012, a Teka enfrenta dificuldades financeiras. Em julho do ano passado, a Justiça determinou o afastamento de membros dos conselhos fiscal e administrativo da companhia.
Em setembro, uma nova gestora judicial foi nomeada para tentar impedir a falência.
Atualização das 17h30min de 22 de novembro de 2018:
Disputa no TJ
Advogados de Frederico Kuehnrich Neto apresentaram agravo de instrumento junto ao Tribunal de Justiça pedindo a suspensão da decisão de primeira instância que o afastou do cargo de diretor-presidente da Teka. A defesa também reivindica a destituição da administradora judicial (que solicitou o afastamento de Frederico) e da gestora judicial (que assumiu as funções na ausência do empresário). A relatoria do caso no TJ está a cargo do desembargador Robson Luz Varella.