A busca pela unidade do MDB, o convite do governador Carlos Moisés, os apelos da bancada dos deputados e de outras lideranças, inclusive empresariais, levou Udo Döhler a desistir da “aposentadoria” na política e aceitar ser candidato a vice-governador, em alegações conhecidas. Até a possibilidade de assumir o governo do Estado por um período em 2026, em caso de reeleição de Moisés, também teve peso na decisão do ex-prefeito de Joinville.
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Nesta segunda-feira, após a vitória na convenção de sábado do MDB, Udo alegou que a possibilidade de assumir no último ano do mandato, em caso de reeleição do governador, não está detalhada, mas que poderá haver “participação”. A preocupação zlegada por Udo no momento é reforçar a unidade do MDB, algo que ex-prefeito diz que está convicto de que acontecerá.
Após concluir o segundo mandato como prefeito de Joinville, em 2020, Udo alegou que não tinha pretensões de participar de mais eleições – as disputas que participou como candidato foram em 2012 e 2016, para a prefeitura de Joinville, com êxito. O candidato de Udo na disputa municipal de 2020, o deputado Fernando Krelling (MDB), ficou em terceiro lugar na disputa vencida por Adriano Silva (Novo).
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