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    Defesa de Daniela Reinehr quer votação separada do processo de impeachment

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    Por Ânderson Silva
    03/09/2020 - 12h54 - Atualizada em: 03/09/2020 - 13h58
    Vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr, na Alesc
    Vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr, na Alesc (Foto: Fábio Queiroz/Agência AL)

    A defesa da vice-governadora Daniela Reinehr apresentou sua defesa dentro do processo de impeachment na Assembleia Legislativa (Alesc) nesta quarta-feira (2). Assinada pelas advogadas Ana Cristina Blasi e Karina Kufa, a peça pede o arquivamento da denúncia contra Daniela. Mas, caso isso não ocorra, elas defendem a tese de que a votação em plenário sobre o afastamento deve ser separada. Com isso, os deputados analisariam de forma dividida a conduta do governador, Carlos Moisés da Silva, da vice e do secretário de Administração, Jorge Eduardo Tasca.

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    Além disso, as advogadas de Daniela pediram que, caso haja a separação do processo, a denúncia contra a vice-governadora seja suspensa até que o caso do governador passe pela avaliação dos parlamentares. Para a defesa, Daniela não cometeu crime de responsabilidade na questão da equiparação salarial.

    "O simples fatos de assumir temporariamente o governo do Estado, não se faz presumir que tenha conhecimento dos atos anteriores praticados pelo governador, ou até mesmo, tenha participado de atos supostamente considerados crimes de responsabilidade por parte do titular do cargo", afirmam as advogadas no documento.

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    A defesa ainda diz que, caso haja o acatamento da denúncia pela questão equiparação salarial dos procuradores, o mesmo deve ocorrer em relação ao presidente da Assembleia Legislativa, Julio Garcia, já que o valor é pago para os mesmos profissionais na Alesc. Ainda na tarde de quarta-feira, a assessoria de impensa da Assembleia informou que que em junho o presidente da Casa determinou a suspensão do pagamento, caso estivesse em andamento.

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