As discussões em Florianópolis sobre a aplicação de um programa de internação involuntária humanizada vêm avançando. A secretaria de Assistência Social faz estudos de como seria a implementação do projeto. Ao mesmo tempo, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de um plano municipal sobre população em situação de rua que prevê o modelo. A proposta é do vereador Diácono Ricardo (PSD).

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Segundo o parlamentar, foram feitas visitas a cidades onde a internação é realizada de maneira mais prática, mas com apoio médico, da família e com amparo jurídico. Ricardo diz que “Florianópolis precisa enfrentar o problema sem ideologia”.

Dentro da prefeitura, os estudos continuam. A tendência é que, em breve, o modelo de internação seja implementado. Uma das preocupações do município é que o modelo implantado em outras cidades precisa ser adequado à realidade da Capital. Em Florianópolis, estima-se que 500 pessoas estejam nas ruas, enquanto outras 500 ficam abrigadas nos serviços disponibilizados pela prefeitura.

Este cenário diferencia-se, por exemplo, de Chapecó, no Oeste do Estado. Lá, a internação compulsória já é feita pela prefeitura. Porém, a quantidade de pessoas em situação de rua é menor.

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