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Criador da CPI da Chape

Presidente da CPI da Chapecoense, Jorginho Mello deixa cargo para ficar na CPI da Pandemia

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Por Ânderson Silva
27/04/2021 - 15h37 - Atualizada em: 27/04/2021 - 16h29
Jorginho Mello (à dir.) presidindo reunião em 4 de fevereiro com familiares e o jogador Neto, que estava no avião da acidente da Chapecoense
Jorginho Mello (à dir.) presidindo reunião em 4 de fevereiro com familiares e o jogador Neto, que estava no avião da acidente da Chapecoense (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)

Por ter entrado na CPI da Pandemia, o senador Jorginho Mello (PL-SC) decidiu deixar a presidência da CPI da Chapecoense, aberta no final de 2019 no Senado Federal. O catarinense foi o proponente da comissão que investiga o acidente ocorrido com o time do Oeste, em novembro de 2016, na Colômbia. Jorginho era o presidente da CPI, enquanto Izalci Lucas (PSDB-DF), era o relator. Izalci também está na CPI da Pandemia, e por isso deixou a relatoria da comissão da Chapecoense.

Durante a primeira sessão da comissão da pandemia, nesta terça-feira (27), o catarinense afirmou que já havia encaminhado a sua renúncia. No entanto, ele afirma que continuará como membro. Pelo regimento do Senado, cada um dos senadores só pode integrar duas CPIs, uma como titular e outra como suplente. Neste caso, Jorginho pode permanecer na comissão da Chapecoense apenas na suplência.

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Com isso, diversos senadores integrantes da investigação da pandemia decidiram sair dos outros grupos. A outra apuração em andamento é a CPMI das Fake News, que integra deputados e senadores.

Através de uma nota, Jorginho se manifestou: "O senador Jorginho Mello (PL) teve que renunciar à presidência da CPI da Chapecoense para integrar a CPI da Pandemia, conforme manda o regimento interno do Senado. O senador, que foi o proponente da instalação da CPI em 2019, lamenta a saída, mas garantiu a sua permanência como membro da Comissão. Jorginho já estava se movimentando para que os trabalhos suspensos no último ano, por conta da pandemia, voltassem à atividade. Num primeiro momento, acreditava-se que o fato de a CPI da Chape estar suspensa não geraria nenhum tipo de problema regimental. Mas não foi o entendimento do presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz".

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A CPI do acidente foi formado em dezembro de 2019, com previsão de conclusão em agosto de 2020. No entanto, diante da pandemia e da suspensão das atividades presenciais no Senado, não houve mais nenhuma reunião desde março de 2020. Em 4 de fevereiro do ano passado, foram ouvidos na investigação familiares de vítimas do acidente, além do zagueiro Neto, que estava no avião (foto acima).

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Colunista da NSC Comunicação, publica diariamente informações relevantes sobre as decisões que impactam o catarinense, sem esquecer dos bastidores dos poderes. A rotina de Florianópolis em texto e imagens também está no radar da coluna.

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