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    Serra do Rio do Rastro e pontes de Florianópolis terão a marca dos portugueses

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    Por Ânderson Silva
    07/06/2020 - 10h00
    Pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis (Foto: Cristiano Estrela/Secom)
    Pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis (Foto: Cristiano Estrela/Secom)

    Depois de recuperar a ponte Hercílio Luz, a empresa Texeira Duarte, de Portugal, vai deixar sua marca em mais três pontos importantes de infraestrutura de Santa Catarina. Ela fará o projeto e a obra de contenção da Serra do Rio do Rastro, que começou a ser feito em maio e tem prazo de um ano, e a reforma emergencial das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis.

    Ponte Hercílio Luz

    Pelo contrato disponível no portal da Transparência do governo do Estado, a obra da ponte Hercílio Luz deve ser concluída neste domingo, dia 7 de junho. Esta é a data da mais recente prorrogação de prazos feita em março para que a empresa portuguesa Teixeira Duarte retire as estruturas provisórias usadas na recuperação. Mas a ideia da secretaria de Infraestrutura é paralisar o contrato momentaneamente para a entrega total junto com a iluminação decorativa. A estrutura foi liberada para o trânsito em 30 de dezembro do ano passado.Pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis (Foto: Cristiano Estrela/Secom)

    Pontes Pedro Ivo e Colombo Salles

    A reforma das pontes Pedro Ivo e Colombo Salles começou no dia 1º de junho com a montagem das estruturas de trabalho. A obra será feita em seis blocos, sendo três em cada ponte. O começo será pela Colombo Salles, usada para a saída da Ilha em direção ao Continente.

    As intervenções serão realizadas em seis blocos, três em cada ponte (ver figura), iniciando pela Colombo Salles. A previsão é que até o fim de junho os serviços comecem a ser realizados simultaneamente nos três blocos. O prazo de execução é de três meses para cada estrutura.

    Serra do Rio do Rastro

    A odem de serviço foi dada no dia 18 de maio para um ano de obra. A recuperação das encostas foi contratada em Regime Disciplina Diferenciado (RDC). O método contempla o projeto e a obra no mesmo processo licitatório. Por isso a empresa portuguesa está na fase dos levantamentos para depois começar efetivamente a recuperação.

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