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    Como funcionará a reserva de espaços na praia por app que pode ser adotada em SC

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    Por Dagmara Spautz
    12/08/2020 - 10h49
    Praia Central de Balneário Camboriú durante o verão
    Praia Central de Balneário Camboriú durante o verão (Foto: Luiz Carlos Souza, Arquivo)

    A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou alguns detalhes de como vai funcionar a reserva de espaços na areia da praia por aplicativo para evitar aglomerações, projeto piloto que será testado na Praia de Copacabana. A proposta é acompanhada com atenção por prefeituras de cidades turísticas de Santa Catarina, como Florianópolis e Balneário Camboriú, que por enquanto não devem flexibilizar as regras nas praias.

    > Coronavírus: Florianópolis avaliará reserva de espaço na praia via app para manter distanciamento

    Quatro por vez

    A ideia, em Copacabana, é que a praia seja dividida em pequenas áreas, demarcadas com fitas e espalhadas por toda a faixa de areia. Essas áreas poderão ser ocupadas por quatro pessoas de cada vez, de preferência da mesma família.

    Aplicativo

    O aplicativo de reserva foi produzido por uma startup carioca e será usado em uma parte das vagas disponíveis. O banhista entra no app, reserva a área com antecedência, e tem autorização para usar.

    Ordem de chegada

    O restante das áreas será ocupado por ordem de chegada. A prefeitura divulgou que 70% da faixa de areia deverá ter esse modelo, e os outros 30% serão reservados por aplicativo.

    Críticas

    A proposta gerou críticas devido à dificuldade de fiscalização. O modelo também não consegue conter aglomerações no banho de mar. A ideia da prefeitura do Rio é testar o modelo em Copacabana e, se funcionar, estendê-lo para as outras praias da cidade.

    Balneário Camboriú

    O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira, disse à coluna que vai observar a iniciativa carioca par avaliar se há viabilidade de aplicação na cidade. A Praia Central tem uma das maiores concentrações de banhistas por metro quadrado no Estado.

    Fabrício diz que a prefeitura está em busca de alternativas que permitam o controle de aglomerações nas praias. Diz que a ideia do Rio de Janeiro é válida, mas é preciso entender como torna-la eficiente. Por enquanto, Balneário Camboriú não avalia a liberação da praia para banhistas.

    Florianópolis

    O prefeito Gean Loureiro diz que o retorno exigirá “distanciamento e cuidado” e que, se o projeto funcionar no Rio, poderá ser aplicado em Floripa. A Capital também não avalia flexibilização nas praias.

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