nsc
    nsc

    Política

    Deputado diz que prioridade para religiosos em SC não 'fura fila' da vacinação

    Compartilhe

    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    14/04/2021 - 14h36 - Atualizada em: 14/04/2021 - 17h22
    Deputado estadual Sergio Motta
    Deputado estadual Sergio Motta (Foto: Divulgação Alesc)

    O deputado estadual Sérgio Motta (Republicanos) disse à coluna, nesta quarta-feira (14), que o projeto de lei que inclui conselheiros tutelares e religiosos como padres e pastores entre os grupos prioritários não deve ser entendido como ‘fura-filas’ da vacinação. O termo incomodou o parlamentar, autor da proposta. Ele disse estar atendendo a demandas das categorias.

    — É crime furar a fila para tomar vacina. Se a pessoa arrumar um jeitinho, é furar a fila. Mas (estou) entrando legalmente, com projeto, que não sabemos nem se vai passar — afirmou.

    > Monitor da vacina: veja o avanço da vacinação contra Covid-19 em SC

    > Painel do Coronavírus: veja em mapa e dados por cidade como está a situação da pandemia

    O deputado disse que conselheiros tutelares e religiosos estão expostos à contaminação por Covid-19 por trabalharem diretamente com o público. Ele citou como exemplo os funerais, em que padres e pastores são chamados a prestar a última homenagem a quem faleceu. 

    — Temos que obedecer à prioridade, mas não esquecer daqueles que estão em contato com o público também.

    > 44 mil catarinenses perderam o prazo para a tomar a 2ª dose da vacina contra a Covid-19

    Na justificativa do projeto de lei, o deputado afirma que os religiosos devem ter direito à prioridade de vacinação porque estão em contato presencial com as pessoas, em locais fechados, fazem visitas domiciliares e atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. 

    Vacinação de grupo prioritário contra Covid-19 termina em agosto de 2021, se SC mantiver atual ritmo

    Motta disse à coluna que não tem dados de prevalência de casos de Covid-19 entre as categorias que integram o projeto de lei. Questionado se outras categorias também poderiam ser incluídas na prioridade, o deputado citou policiais (que já estão sendo vacinados) e professores. 

    — Os professores estão sem aula, mas seria uma classe para ser vacinada - avalia.

    Participe do meu canal do Telegram e receba tudo o que sai aqui no blog. É só procurar por Dagmara Spautz - NSC Total ou acessar o link: https://t.me/dagmaraspautz​

    Mais colunistas

      Mais colunistas