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    Saúde

    Estado alerta Foz do Itajaí-Açu para que reforce isolamento social imediatamente

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    15/07/2020 - 17h37 - Atualizada em: 16/07/2020 - 06h27
    Praia Central de Balneário Camboriú
    Praia Central de Balneário Camboriú (Foto: Divulgação GM)

    O Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes), do Governo de Santa Catarina, emitiu um alerta para que as cidades da Foz do Itajai-Açu tomem medidas de isolamento social imediatamente, diante do avanço do novo coronavírus e da sobrecarga nas UTIs da região. A Foz concentra o maior número de óbitos por Covid-19 no Estado.

    Um gráfico produzido pelo Coes retrata o avanço da doença, e a pressão sobre o sistema de saúde.

    > SC está entre os Estados com maior tendência de alta de mortes por coronavírus

    “Considerando que ações promotoras de isolamento social impactam em redução do contágio imediato, no entanto, refletem-se em redução no número de internados em somente daqui 2 a 3 semanas, é preciso tomá-las imediatamente, uma vez que o número atual de casos e seu consequente número de casos graves registrados se aproximam da capacidade de atendimento destes casos na sua região”, ressalta o alerta.

    O Coes recomenda que seja identificado o perfil dos contaminados e suas relações sociais, para conter a proliferação, e também que os municípios identifique e suspenda todas as atividades que promovam maior concentração de pessoas.

    As respostas da região ao avanço da pandemia têm sido tímidas. Na segunda-feira, os municípios acordaram em novas regras que atingem principalmente os supermercados, com limitação para uma pessoa por família e redução de ocupação para 30%. Restaurantes podem ter até 40% de ocupação, e parques temáticos, 50%.

    Foi sugerida também a suspensão de cultos e missas, e a limitação de velórios para no máximo quatro horas, com 10 participantes de cada vez.

    > Confira, em um mapa interativo, como foi a evolução do coronavírus em SC

    Na semana passada, a Comissão Intergestores Regional (CIR) já havia recomendado uma nova quarentena de 14 dias – o que não foi acatado pelos prefeitos. O grupo também recomendou que o Estado retome o controle das ações na região, por entender que tem corpo técnico mais qualificado e os decretos estaduais têm mais força do que os municipais.

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