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    Tráfico de drogas

    Operação da Polícia Civil do Distrito Federal prende suspeitos em Itapema e Balneário Camboriú

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    11/02/2020 - 11h01 - Atualizada em: 11/02/2020 - 14h36
    Deic cumpre mandados da Operação Poseidon (foto: Divulgação Deic SC)
    Deic cumpre mandados da Operação Poseidon (foto: Divulgação Deic SC)

    A Operação Poseidon, deflagrada na manhã desta terça-feira (11) pela Polícia Civil do Distrito Federal, com apoio de Santa Catarina, prendeu três suspeitos em Itapema e um em Balneário Camboriú. A investigação apura um suposto esquema de fabricação e distribuição de drogas sintéticas entre SC e a região Central do país.

    Além dos mandados de prisão, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão no Estado, em Florianópolis, Balneário Camboriú, Itapema, São João Batista e Antônio Carlos, na Grande Florianópolis.

    O braço catarinense da operação é conduzido pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). Ao todo, 25 policiais de SC participam do cumprimento de mandados, com o apoio de 18 policiais civis que vieram de Brasília.

    Armas apreendidas

    Foram apreendidos celulares, uma quantidade ainda não contabilizada de dinheiro, uma pequena quantidade de maconha e duas armas – uma escopeta calibre 12 e uma pistola 380 –, além de munições.

    Os presos serão transferidos para Brasília, onde seguem as investigações. Há suspeitas, ainda não confirmadas, de que eles atuem em uma facção criminosa.

    Segundo o delegado Luis Felipe Fuentes, diretor da Deic em SC, os crimes investigados incluem tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. A Polícia Civil do Distrito Federal informou que há suspeitas de que os criminosos tenham adquirido imóveis no Estado com o dinheiro obtido pela comercialização dos entorpecentes, alguns deles avaliados em mais de R$ 1 milhão.

    No total, foram expedidos 12 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão.

    A operação

    A suspeita é que parte do grupo que atuava em Santa Catarina era responsável pela produção e pelo fornecimento de drogas para os integrantes da organização no Distrito Federal. Conforme as investigações, os alvos mantinham laboratórios de drogas sintéticas como ecstasy e LSD nessas regiões e os traficantes revendiam os comprimidos em Brasília.

    A Polícia Civil também informou que, em janeiro deste ano, o líder do grupo, morador de Santa Catarina, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando 210 kg de cocaína no Estado.

    Leia também: Polícia Federal cumpre mandado de busca em apartamento de luxo em Balneário Camboriú

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