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    Reforma dará o tom do novo governo Moisés

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    Por Dagmara Spautz
    11/01/2021 - 12h50
    Governador Carlos Moisés
    Governador Carlos Moisés (Foto: Secom SC)

    A segunda metade do mandato de Carlos Moisés (PSL) deverá ser desenhada pela minirreforma administrativa que o governo pretende entregar nas próximas semanas à Assembleia Legislativa. A adequação de pastas e cargos promete consolidar apoios e selar alianças ensaiadas desde o arquivamento do primeiro processo de impeachment.

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    As alterações que estão sob análise podem indicar quais são os postos-chave nesta nova fase do governo, em que as portas estão abertas aos partidos e, em especial, à Alesc. É o caso da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, que está sem titular desde que o governador retomou o cargo, no início de dezembro, e dispensou Henry Quaresma.

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    Ao longo da primeira fase do governo, a pasta foi desidratada e passou de 150 para 50 cargos. É provável que a reforma administrativa faça um remanejamento de vagas e torne a secretaria mais robusta novamente, o que deve potencializar o peso do cargo para o futuro secretário.

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    Não é pouca coisa: o Desenvolvimento Econômico é de onde sai a pauta positiva do governo, com novos investimentos e parcerias. Um prato cheio, reservado possivelmente a um novo nome. Nos bastidores, um dos nomes apontados para assumir a secretaria é o do deputado Valdir Cobalchini (MDB).

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    Outras pastas que entram no possível ‘bolo’ a ser repartido pelo governo são a Saúde e a Infraestrutura – duas das mais importantes frentes da administração. Mas o desempenho dos titulares, o médico André Motta Ribeiro, e o tenente-coronel da Polícia Militar, Thiago Vieira, é bem avaliado na Casa D´Agronômica, e isso pode segurá-los no cargo por mais tempo.  Uma das hipóteses avaliadas é de que os dois sejam convidados a retomarem as vagas de secretário-adjunto em suas pastas, posto que ambos ocuparam antes de serem promovidos ao comando.

    A coordenação dos ajustes está a cargo do secretário da Casa Civil, Eron Giordani, a quem cabe dar a nova “cara” do governo Moisés. A minirreforma deve entrar na Alesc no mês que vem.

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